RA geral
Abreviatura de "regime acelerado".
rácio de propagação das fissuras estruturas
Coeficiente que permite avaliar a evolução das fisssuras, num elemento estrutural sujeito a observação.
radar Doppler via;materail circulante
Aparelho de medida por ondas radioeléctricas que utiliza o desfasamento de frequência do raio radar reflectido (efeito de Doppler) para medir a velocidade. A velocidade real é medida independentemente da aderência roda/carril e é utilizada como referência para o dispositivo antipatinagem ou antideslizamento.
Rádio solo-comboio telecomunicações; material circulante
Sistema de comunicações em fonia, para controlo e comando de circulação, estabelecido entre o maquinista e o terreno ou vice-versa.
Rádio solo-comboio com transmissão de dados telecomunicações; operador
Sistema de comunicações para controlo e comando de circulação, com fonia e transmissão de dados ligados ao CONVEL, estabelecido entre o maquinista e o terreno ou vice-versa.
Rádio solo-comboio sem transmissão de dados telecomunicações; operador
Sistema de comunicações em fonia, para controlo e comando de circulação, estabelecido entre o maquinista e o terreno ou vice-versa.
raio de curva em perfil longitudinal via
Parâmetro de traçado de via que define o desenvolvimento do perfil longitudinal nas suas zonas convexas ou côncavas.
raio de curva em planta via
Parâmetro de traçado em planta, estabelecido em função da velocidade de circulação, da escala ou da inclinação transversal da via, da aceleração transversal admíssivel e do empeno de via admissível.
raio de curvatura de flexão estruturas
Raio de curvatura da deformada, isto é, da deformação elástica por flexão.
ramal 
Conjunto de instalações fixas que dispõe de equipamentos de segurança que permitem as operações de recepção, formação e expedição de comboios, que só serão realizadas mediante autorização da estação de que depende o desvio. É limitado pelos sinais principais de entrada ou pela forma que se estabelecer.
ramal particular exploração
Troço de via férrea que penetra directamente nas instalações de uma empresa.
Ramal privado exploração
Infra-estrutura ferroviária de uso privativo do seu detentor, com ligação a uma rede. Decreto-Lei nº270/2003 de 28 de Outubro
Ramo curvo via
Actualmente designado por ramo intermédio, é toda a zona central de um aparelho de via, entre o talão da grade da agulha e a grade da cróssima. É constituido pelos carris da via directa e pelos carris da via desviada.
Ramo desviado via
Elemento do ramo intermédio de um AMV (aparelho de mudança de via), constituido pelos carris da via desviada.
Ramo directo via
Elemento do ramo intermédio de um AMV (aparelho de mudança de via), constituido pelos carris da via directa.
ramo intermédio via
Também designado por Ramo Curvo, é toda a zona central de um AMV (aparelho de mudança de via), entre o talão da grade da agulha e a grade da cróssima. É constituido pelos carris da via directa ou Ramo Directo e pelos carris da via desviada ou Ramo Desviado.
Rampa via
Troço de linha com inclinação desfavorável ao movimento.
rampa acentuada via
Troço de linha com uma forte inclinação desfavorável ao movimento.
rampa carriladora via
Num dispositivo carrilador, é a rampa instalada lateralmente a cada carril e destinada a elevar um dos rodados de um veículo descarrilado, por forma a fazê-lo carrilar quando o outro rodado é encaminhado para cima do outro carril.
rampa de carga articulada material circulante
Rampa de acesso a um vagão porta-automóveis de dois pisos.
rampa móvel de carregamento 
Instalação que permite aos veículos rodoviários serem carregados ou descarregados de um vagão ou de um navio, segundo a técnica de transbordo horizontal RoRo
ranhura aberta material circulante
Cavidade existente na pilha de chapas ou no núcleo de ferro de uma máquina eléctrica para a fixação das bobinas. A abertura da cava (ranhura) tem a mesma largura que o seu fundo. É a concepção usual para o motor linear de estator longo (cava fechada ou ranhura fechada).
ranhura de introdução dos bilhetes operador
Dispositivo para controle automático de bilhetes.
ranhura fechada material circulante
Cavidade existente na pilha de chapas ou no núcleo de ferro de uma máquina eléctrica para a fixação das bobinas. É fechado por uma cunha de material magnético (cunha de cava, cunha de ranhura); (cava aberta, ranhura aberta).
ranhura terminal material circulante
Última cava (ranhura) em cada extremidade de um motor linear de estator curto ou longo, em particular a última cava (ranhura) de cada extremidade da pilha de chapas estatóricas do motor linear de estator longo, que é constituído por numerosas pilhas de chapas estatóricas dispostas umas a seguir às outras. Assume particular importância nas extremidades das vigas de suporte e guiamento, dado que as dilatações térmicas exigem uma concepção adequada do alojamento dos enrolamentos de cabo, que permita os movimentos necessários sem exigir medidas especiais.
Rapilège exploração
Comboio rápido de carga limitada, para transporte de mercadorias. Termo usado nos caminhos-de-ferro franceses.
Rasante via
Representação em altura da posição da via: do corredor ferroviário, num estudo preliminar, do eixo da via, numa fase de projecto e nos carris, no caso de via existente.
Ravinamento do aterro geotecnia
Erosão dos taludes de um aterro, resultante na maior parte dos casos da acção das águas que lhe provocam sulcos, por vezes profundos, instabilizadores desse mesmo aterro.
Ravinamento do talude geotecnia
Erosão do talude, resultante na maior parte dos casos da acção das águas, provocando-lhe sulcos por vezes profundos que o instabilizam.
RCT exploração
Regulamento relativo à Composição e à Circulação de Comboios.
RE exploração
Sigla francesa para Regime Expresso.
Reacção na rede energia de tracção
Influência dos equipamentos consumidores de energia eléctrica sobre a tensão de uma dada rede, por exemplo, harmónicas produzidas pelos conversores de corrente das unidades motoras eléctricas.
reactância electricidade
Parte indutiva ou capacitiva de uma resistência eléctrica, que provoca um desfasamento entre a corrente e a tensão, induzindo, portanto, uma potência reactiva.
reactância de fuga electricidade
Reactância indutiva ou capacitiva de um sistema de corrente alternada. A reactância de fuga corresponde, em geral, à reactância indutiva devida ao fluxo de fuga permanentemente existente.
rearme automático material circulante
Função existente em certos tipos de válvula do maquinista que permite, sem a sua intervenção, o enchimento da conduta geral a 5 bars no fim do desaperto, isto é, a mais de 4,75 bar.
rebalastragem via
Reguarnecimento do balastro da via.
rebatimento exploração
Utilização de um meio de transporte numa parte da cadeia de transporte, a fim de assegurar a ligação terminal até uma estação.
Recalce das travessas via
Nivelamento das travessas, elevando a via, por meio de macacos, para o nível correcto controlado com visor e mira, régua e nível.
receitas de exploração economia e finanças
Receitas geradas pela exploração de serviços de transporte.
receitas de exploração economia e finanças
Receitas geradas pela exploração de serviços de transporte.
recepção de dados telecomunicações
Circuito nº 104 da recomendação V.24 do CCITT.
receptor-perfurador 
Equipamento telegráfico em que a recepção dos sinais provoca a perfuração de uma banda.
Recolha e registo de dados sinalização
Medição de parâmetros físicos através de captadores (sensores), sua conversão em grandezas eléctricas (por exemplo tensão, frequência), visualização e/ou armazenamento.
reconhecimento de traçado 
Verificação, no terreno, dos pontos críticos de uma hipótese de traçado, com a finalidade de encontrar uma solução para os problemas técnicos e ecológicos.
Recorte da espalda via
Nas travessas de madeira, a fim de assegurar um bom contacto entre a cabeça do tirefond ou da garra com a patilha do carril, é previsto nas mesas de sabotagem um espaço de 80mm para o interior e para o exterior das extremidades da patilha do carril. O recorte da espalda consiste no corte da madeira, de través e com a mesma inclinação da base da patilha do carril, o que pode ser executado manualmente com a enxó de via.
Recorte do talão via
A fim de assegurar uma boa fixação do carril à travessa de madeira, permitindo o contacto entre a cabeça do tirefond ou da garra com a patilha do carril, são executadas as mesas de sabotagem. Após definida a profundidade do corte, variável consoante o comprimento e a inclinação da mesa, o mesmo é serrado, do lado interior, e desbastado à enxó. A esta operação chama-se recorte do talão.
rectificador 
Dispositivo de electrónica de potência que serve para transformar uma corrente alternada (monofásica ou polifásica) em corrente contínua. Os rectificadores modernos utilizam semicondutores.
rectificador de semicondutores 
Termo genérico para díodos, tirístores e tirístores GTO.
Rectificador-carregador material circulante
Rectificador (por exemplo a bordo de um veículo) para a transformação da corrente alternada em corrente contínua adaptada à carga das baterias. Esta corrente provém: (a) no sistema roda/carril, da motora a partir da qual é distribuída aos restantes veículos rebocados, através do cabo omnibus; (b) em sustentação magnética, de geradores lineares ou, nas estações, de carris de alimentação (terceiros carris).
recuperação telecomunicações
Processo pelo qual uma estação de dados resolve as contradições ou os erros que surgem durante a transferência de dados. ISO/AFNOR
recuperação de energia 
Processo através do qual, em frenagem eléctrica, a energia cinética do comboio é convertida em energia eléctrica pelos motores de tracção (funcionando como geradores) e restituída à linha de alimentação (catenária ou terceiro carril) ou conduzida para os equipamentos auxiliares, em vez de ser transformada em calor por atrito ou dissipada em resistências eléctricas (--> freio electrodinâmico).
rede telecomunicações
Conjunto dos equipamentos, circuitos e linhas, bem como dos equipamentos de comutação destinados à sua interligação e de todos os dispositivos acessórios necessários para assegurar um serviço de telecomunicações.
Rede exploração
Infra-estrutura ferroviária explorada por um gestor de infra-estrutura e ou por ele gerida. Decreto-Lei nº270/2003 de 28 de Outubro
Rede complementar exploração
A rede complementar da rede ferroviária nacional, compreende as linhas e ramais de interesse público não incluídas na rede principal. Decreto-Lei nº10/90 de 17 de Março
rede de transmissão de dados 
Conjunto das unidades funcionais que estabelecem circuitos de dados entre DTEs.
rede de variantes planeamento
Diagrama representando uma rede estruturada de variantes de traçado dentro de uma determinada faixa de terreno, com diversas alternativas de ligação, e destinado a servir de base à escolha do traçado definitivo.
rede em estrela telecomunicações
Rede disposta em estrela à volta de um centro de comutação.
rede malhada telecomunicações
Rede constituída por centros de comutação, chamados nodos, interligados por canais de comunicação.
Rede metálica construção civil
Engradado feito à custa de peças metálicas ligadas entre si quer por rebitagem, aparafusamento ou soldadura.
Rede principal exploração
A rede principal ferroviária é composta pelas linhas vocacionadas para a prestação de serviços de transportes de passageiros, nacionais e internacionais, de longo curso, grande velocidade e elevada qualidade e pelas linhas basicamente destinadas ao transporte de grandes volumes de tráfego de passageiros deslocando-se diariamente entre os locais de residência e os locais de trabalho. Decreto-Lei nº10/90 de 17 de Março
rede pública 
Rede estabelecida e explorada por uma administração com o fim de pôr à disposição do público serviços de transmissão.
Rede redundante sinalização
Rede (circuito) eléctrico alimentado por uma fonte de energia (por exemplo gerador) que satisfaz as necessidades normais e só é alimentada por uma bateria separada (bateria tampão) em caso de avaria total ou parcial da fonte normal ou em caso de picos de potência de curta duração. Utiliza-se um circuito redundante, por exemplo, para a alimentação de componentes que asseguram funções de segurança.
rede secundária telecomunicações
Numa rede arborescente, conjunto dos concentradores e dos terminais que lhes estão ligados.
rede suburbana exploração; via
Infra-estrutura de caminho-de-ferro suburbano.
rede telefónica automática telecomunicações
Também designada por rede telefónica interna, é a rede telefónica de serviço para uso exclusivamente ferroviário.
rede telefónica interna telecomunicações
Também designada por rede telefónica automática, é a rede telefónica de serviço para uso exclusivamente ferroviário.
rede telegráfica interna telecomunicações
Rede telegráfica para uso exclusivamente ferroviário.
rede telex 
Rede telegráfica pública que permite a correspondência directa temporária entre assinantes.
Rede TORNAD material circulante
Rede informática para o processamento de dados a bordo, aplicada pela primeira vez no TGV-Atlantique (TGV-A). Esta rede, do tipo "token-ring", faz a ligação entre os computadores e os microprocessadores do comboio e assegura múltiplas funções, tais como: comando da motorização, gestão dos indicadores electrónicos, preparação operacional do comboio, registo de falhas e assistência na reparação.
Rede urbana exploração
Rede de caminhos-de-ferro dentro de uma cidade.
redundância telecomunicações
Utilização de um número de elementos de sinal superior ao estritamente necessário para representar o conteúdo de uma mensagem.
redundância heterogénea 
Conceito utilizado em técnica de segurança, segundo o qual uma determinada função é assegurada por dois ou mais dispositivos tecnicamente diferentes e independentes.
reembolso 
Devolução ao interessado de uma parte das despesas de transporte e que corresponde, quer a uma quantia que reverte a seu favor em virtude de disposições tarifárias especiais, quer a uma importância cobrada indevidamente pelo transportador (aplicação irregular das tarifas ou outras prescrições, erros de cálculo, etc).
reexpedição sem rotura de carga 
Alteração do contrato de transporte pelo destinatário ou pelo expedidor, através de uma ordem escrita, devidamente datada e assinada, dirigida à estação em questão (estação fronteiriça ou outra), para a reexpedição da remessa, sem ruptura de carga, dessa estação para outra.
reexpedição sem ruptura de carga 
Alteração do contrato de transporte pelo destinatário ou pelo expedidor, através de uma ordem escrita, devidamente datada e assinada, dirigida à estação em questão (estação fronteiriça ou outra), para a reexpedição da remessa, sem ruptura de carga, dessa estação para outra.
reforço de corrente 
(a) Processo para aumentar a impulsão do motor linear síncrono de estator longo durante a mudança de secção, a fim de evitar quedas de impulsão em caso de ligação por passos alternados. A corrente é aumentada na medida necessária através de um ajustamento da tensão.
refrigeração dos magnetos 
Evacuação activa do calor dos magnetos através de uma refrigeração por ar ou por líquido. A refrigeração aumenta as possibilidades de solicitação eléctrica dos magnetos.
refrigeração forçada 
Refrigeração de um subconjunto ou de um bloco por meio de um circuito de refrigeração separado (--> refrigeração natural).
Refrigeração natural electricidade
Processo de refrigeração sem circuito (de refrigeração) separado. Nos motores rotativos, é realizado através de ventiladores montados no veio motor; nos semicondutores de potência, por exemplo, através de radiadores.
refrigeração por freon 
Processo de refrigeração utilizado para semicondutores de potência expostos a elevadas solicitações térmicas. O fluido refrigerante freon (R 113) foi escolhido porque apresenta, na passagem do estado líquido ao estado gasoso, um calor específico elevado e pode, portanto, dissipar elevadas quantidades de calor por unidade de volume.
regenerador 
Aparelho utilizado para reconhecer e reconstruir um sinal digital de modo que a sua amplitude, forma e posição se mantenham dentro de determinados limites. Abreviadamente designado por PCM (sigla inglesa) e por MIC (sigla francesa).
regenerador de impulsos 
Repetidor em que os sinais retransmitidos estão praticamente isentos de distorção.
regime contínuo 
Regime de funcionamento de um componente ou de um sistema que pode ser utilizado sem limite de tempo, quer dizer, sem que haja risco de avaria (por exemplo, sobreaquecimento).
Regime de exploração exploração
Tipo de organização de um serviço de transporte (tipo de regime de circulação, por exemplo serviço regular, serviço extraordinário ou exploração económica) ou das funções operacionais correspondentes (por exemplo cantonamento automático, cantonamento telefónico ou outros).
Regime de exploração excepcional exploração
Exploração especial de um sistema de transporte em situações excepcionais, sempre que as infra-estruturas da via não possam ser utilizadas na sua totalidade (por exemplo instalações temporárias de contravia para melhoria da capacidade de longos troços temporariamente em via única).
Regime de Exploração Simplificada exploração
Abreviadamente designado por R.E.S., é o regime de exploração a que está submetida uma linha ou troço de linha de via única, onde é designado um Chefe de linha (agente instalado numa das estações da linha que dirige e autoriza todo o serviço da circulação dos comboios nessa linha) e um Chefe de comboio que, seguindo nele, recebe do Chefe de linha quer pelo telefone, quer pessoalmente, todas as ordens e directrizes relativas ao serviço da circulação e ao serviço do seu comboio. R.G.S. III - Anexo 5
Regime de marcha exploração
Condicionamento de um movimento quando resultante da acção de uma unidade motora.
regime de velocidade constante 
Escalão de velocidade de um comboio com valor constante, ou situação do troço de linha em que ele é praticado (--> marcha em velocidade de regime)
regime permanente 
Regime de funcionamento de um componente ou de um sistema que pode ser utilizado sem limite de tempo, quer dizer, sem que haja risco de avaria (por exemplo, sobreaquecimento).
Regionais exploração operador
Forma corrente e abreviada de designar os "comboios regionais" destinados a dar resposta às necessidades dos passageiros no interior de uma dada região, designadamente de uma região autónoma. Decreto-Lei nº10/90 de 17 de Março e nº270/2003 de 28 de Outubro
registador de deslocamento 
Registador constituído de células de memória binária, em que o estado de cada uma é transferido para a seguinte num sentido predeterminado, sob a acção de um impulso de deslocamento aplicado a todas as fases de que se compõe.
registo 
Conjunto de dados ou palavras relacionadas, tratado como um todo.
Registo geral
Inscrição, matrícula.
Registo de dados de exploração exploração
Sistema de controlo destinado a registar os dados de exploração importantes, com vista a deduzir conclusões sobre as correlações técnicas, económicas e de gestão e a explorá-las. Quando se trata de instalações técnicas muito evoluídas (por exemplo as dos caminhos-de-ferro modernos), este registo é feito por computador.
regra de determinação da propagação de erro 
Regra para a determinação do erro de uma grandeza determinada a partir de diversos valores de medida afectados de erro.
Reguarnecer via
Operação destinada a repor, à volta e sob as travessas, o balastro retirado em acções de nivelamento, rectificação do traçado ou substituição do balastro.
regulação da circulação 
Uma das principais funções do comando da circulação, que consiste em supervisar e regular as situações de conflito. O horário real é então estabelecido em função do horário previsto e das perturbações verificadas.
regulação da tensão em vazio electricidade
Regulação de tensão medida em circuito aberto.
regulação de magneto individual 
Sistema de regulação das novas concepções de veículos magnéticos --> TRANSRAPID que utiliza --> magnetos de sustentação e --> magnetos de guiamento suspensos isoladamente e controlados individualmente por forma a manter o --> entreferro constante.
Regulação de posição via; material circulante
Regulação dos electromagnetos do sistema de sustentação e guiamento do Maglev, para manter o entreferro num valor constante (por exemplo 10 mm), por medição das grandezas características (entreferro e aceleração) e reacção sobre a corrente do magneto, através dos órgãos de regulação e controlo (sistema de sustentação-guiamento).
regulação de sustentação 
Em sustentação magnética, dispositivo e processo de medição, controlo e regulação do entreferro de um --> magneto de sustentação.
Regulação de velocidade via
Adaptação da velocidade intantânea do veículo à velocidade prescrita para o percurso da linha, independentemente de factores perturbadores como a força da gravidade e o vento, entre outros.
regulação do veículo 
Função que faz parte do comando do veículo (--> técnica de comando e controlo da circulação) e que se destina a optimizar a marcha do veículo em termos de tempo de percurso e consumo de energia.
regulação em cascata 
Regulação através de um circuito auxiliar concebido em cascata, que compreende um regulador auxiliar e variáveis de regulação auxiliares. O regulador auxiliar evita certas perturbações do circuito de regulação principal. A regulação em cascata de duas ou mais variáveis de regulação baseia-se no facto de o --> circuito de regulação principal fornecer os valores de referência ao circuito de regulação auxiliar. Todos os circuitos de regulação estão permanentemente em acção.
regulação transvektor 
Designação de um processo de regulação de máquinas de corrente trifásica da SIEMENS. A regulação da corrente realiza-se num sistema de coordenadas cartesianas com componentes vectoriais perpendiculares e paralelas ao fluxo magnético no --> entreferro. Este processo é utilizado no comboio magnético --> TRANSRAPID para o motor de estator longo.
Regulador exploração
Agente qualificado para controlar e regular a circulação dos comboios em determinadas linhas ou troços de linha e para executar e fazer executar as operações de segurança, definidas nos Regulamentos. (Definição R.G.S.1)
regulador freio
Dispositivo existente na timoneria, que permite ajustar automaticamente a folga nos cepos, em face dos desgastes na roda e nos cepos, e manter constante o curso do êmbolo do cilindro de freio.
regulador automático de volume 
Dispositivo que, apesar das variações da potência vocal da pessoa que fala, assegura automaticamente uma modulação de nível quase constante de um emissor.
Regulador de guiamento via
Regulador do entreferro para os magnetos de guiamento. A partir de vários dados de entrada (por exemplo entreferro, aceleração magnética e fluxo magnético), este regulador transmite os devidos sinais ao chopper de corrente de magneto, para obter um entreferro o mais estável possível, independentemente da deformação da via magnética.
regulador de sustentação 
Regulador utilizado para a --> regulação de sustentação.
regulador de timoneria freio
Dispositivo existente na timoneria, que permite ajustar automaticamente a folga nos cepos, em face dos desgastes na roda e nos cepos, e manter constante o curso do êmbolo do cilindro de freio.
regulador de timoneria de duplo efeito 
Dispositivo que ajusta automaticamente a folga nos cepos quando esta é exagerada ou insuficiente.
regulador de timoneria de simples efeito 
Dispositivo que ajusta automaticamente a folga nos cepos quando esta é exagerada.
regulador híbrido 
Regulador constituído por circuitos analógicos e numéricos.
regulamento de sinais 50(821) IEC
Regulamento que define os sinais utilizados na exploração ferroviária.
Regulamento Geral de Segurança exploração
Abreviadamente designado por RGS: conjunto homogéneo de Regulamentos, a cada um dos quais é atribuido um título, que contém os textos regulamentares de carácter geral e permanente, considerados como o suporte de toda a segurança da circulação.
Regulamento Interno UIC
O Regulamento Interno define as modalidades de funcionamento do Conselho de Administração.
Regulamento para a Construção e Exploração dos Caminhos-de-Ferro 
Na CP, existe o Regulamento para a Exploração e Polícia dos Caminhos-de-Ferro, aprovado por Decreto-Lei.
regularidade catenária
--> irregularidade
regularização hidráulica 
Tensão mecânica regularizada por aparelho hidráulico.
reinício telecomunicações
Continuação de um programa que a certa altura foi interrompido.
REJ telecomunicações
Sigla da designação inglesa "reject"que significa rejeição e que é uma trama de supervisão usada pelo DCE ou pelo DTE para pedir a retransmissão das tramas I (transferência de informação) numeradas a partir de N (R). A trama REJ acusa a recepção das tramas cujo número de sequência é inferior ou igual a N (R)-1.
Rejeição 
Abreviadamente designado pela sigla inglesa "reject", é a trama de supervisão usada pelo DTE ou DCE como pedido de retransmissão das tramas de informação de número maior ou igual a N(R). Simultaneamente, confirma que foram recebidas as tramas de número menor ou igual a N(R)-1. Em transmissão síncrona, o carácter de controlo de transmissão usado para produzir um sinal a partir do qual pode ser obtido ou mantido o sincronismo entre os equipamentos terminais.
Rejeição de trama 
Abreviadamente designado pela sigla inglesa FRMR ("frame rejection"), é a indicação, pelo DCE ou DTE, de uma situação de erro que não pode ser ultrapassada pela repetição do envio de uma trama anteriormente emitida.
relação de tráfego 
Ligação entre duas zonas origem-destino em que existe uma procura de transporte. A matriz das correntes de tráfego indica a distribuição dos fluxos de tráfego.
Relação de transformação geral; electricidade
Designação da relação entre um sistema primário e um sistema secundário. Em electrotecnia trata-se por exemplo, para um transformador, da relação entre o número de espiras dos enrolamentos primário e secundário e, por consequência, entre as duas tensões.
relação portadora-ruído telecomunicações
Relação, normalmente expressa em dB, entre a potência da portadora e a do ruído.
relação sinal-ruído telecomunicações
Relação, normalmente expressa em dB, entre a potência do sinal e a do ruído.
relé de aperto freio
Contactor que comuta o equipamento eléctrico de tracção do modo de tracção para o modo de frenagem ou a ligação da resistência de frenagem.
relé de via 50(821) IEC
Relé comandado por um circuito de via, destinado a detectar a libertação ou ocupação de uma secção de via isolada.
Relógio 
Equipamento que fornece a base de tempo utilizada num sistema de transmissão para comandar o ritmo de certas funções, tais como a fixação da duração dos elementos dos sinais e a amostragem, entre outras.
remessa de detalhe 
Remessa que, pela sua natureza, volume e peso apenas utiliza uma parte da capacidade dos meios de transporte ferroviário e rodoviário. Este tipo de remessas está sujeito a uma tarifação especial.
Renovação geral
Conjunto de trabalhos realizados numa estrutura ou num equipamento, tendo por objectivo a sua substituição total ou parcial.
Renovação da via via
Designação do conjunto de trabalhos que tem por objectivos a substituição total ou parcial dos materiais da via, com ou sem ajustamentos do seu traçado. A sua ciclicidade (20/30 anos) tem a ver com a degradação dos materiais e da plataforma, com o desenvolvimento de novas tecnologias e com as crescentes necessidades em termos de velocidade, intensidade de tráfego e conforto.
Renovação de via e balastro via
Renovação total ou parcial da via, com substituição do balastro.
Renovação do balastro via
Substituição total ou parcial do balastro de via.
Renovação integral da via via
Abreviadamente designada por RIV, consiste na renovação dos carris, das travessas, do balastro e do restante material de ligação e de fixação.
Reparação da via via
Correcção de quaisquer anomalias detectadas na via.
Repartição exploração
Afectação da capacidade da infra-estrutura ferroviária pelo gestor da infra-estrutura. Decreto-Lei nº270/2003 de 28 de Outubro.
repartição desigual do balastro sob a travessa 
(a) É praticada deliberadamente no caso de travessas de betão preesforçado, as quais não são concebidas para cargas uniformes; o balastro é mais compactado sob as zonas de apoio dos carris, e menos compactado na zona intermédia, para evitar que a travessa seja solicitada na sua secção central.
repartição do tráfego 
Repartição do volume de tráfego entre os diversos modos de transporte numa zona definida, em função da influência do contexto socioeconómico, dos motivos de viagem e das várias --> ofertas de transporte (--> escolha modal).
Repartição dos computadores por níveis sinalização
Princípio utilizado nos postos de sinalização informatizados, que consiste na repartição das funções por vários níveis (por exemplo nível de comando, nível de segurança ou nível de execução) e na afectação a cada nível do(s) seu(s) próprio(s) computador(es).
repartição modal 
Repartição do volume de tráfego entre os diversos modos de transporte numa zona definida, em função da influência do contexto socioeconómico, dos motivos de viagem e das várias --> ofertas de transporte (--> escolha modal).
reperfilagem rasto da roda
Reconstituição do perfil da mesa de rolamento e do verdugo.
Repetição de posição exploração;sinalização
Sinal que permite controlar à distância a posição de aparelhos ou dispositivos, como por exemplo o estado de comutação dos disjuntores de potência. É necessário para o comando automático do sistema de tracção, momeadamente no caso de comando automático da circulação e pode ser importante para o sistema de comando e controlo da circulação.
repetição de sinais na cabina 
Indicação, na mesa ou painel de comando, da velocidade máxima permitida numa secção de via. Nos --> TGV, é feita por um dispositivo a partir de circuitos de via, que utilizam uma transmissão contínua de frequências portadoras através dos carris. O facto de a transmissão do sinal ser contínua, permite evitar o recurso à sinalização lateral nas linhas de alta velocidade. O cumprimento das normas de segurança pelo maquinista é controlado pelo referido dispositivo, que, em caso de necessidade, provoca uma paragem de emergência. (--> transmissão via-máquina)
Repetidor sinalização
Dispositivo que indica, à distância, o estado ou a posição de uma agulha ou de um sinal, por exemplo. 50(821)IEC
repetidor 
Conjunto de um ou mais amplificadores e componentes associados, destinado à amplificação fiel da corrente, tensão ou potência do sinal.
repetidor electromecânico 50(821) IEC
Repetidor cujas indicações são dadas por um ou mais mostradores mecânicos accionados por corrente eléctrica.
repetidor luminoso 50(821) IEC
Repetidor cujas indicações são dadas por uma ou mais fontes luminosas que podem estar acesas, apagadas ou intermitentes.
replantação 
Restabelecimento da vegetação nas áreas onde tenha sido destruída durante a construção de uma infra-estrutura de transporte.
RES exploração
Abreviatura de Regime de Exploração Simplificada que é o regime de exploração a que está submetida uma linha ou troço de linha de via única, onde é designado um Chefe de linha (agente instalado numa das estações da linha que dirige e autoriza todo o serviço da circulação dos comboios nessa linha) e um Chefe de comboio que, seguindo nele, recebe do Chefe de linha quer pelo telefone, quer pessoalmente, todas as ordens e directrizes relativas ao serviço da circulação e ao serviço do seu comboio. R.G.S. III - Anexo 5
reserva natural ambiente
Zona em que é necessário uma protecção particular e imediata da natureza e da paisagem: (a) para manter as populações ou os biótopos (preservação dos biótopos) de plantas ou animais no seu meio natural; (b) por razões científicas, geográficas ou de história natural; (c) devido à sua raridade, particularidade ou extraordinária beleza.
reservatório auxiliar 
Reservatório instalado em cada veículo rebocado, destinado a garantir a inesgotabilidade dos sistemas de freio, nas condições definidas normativamente, bem como a permitir a alimentação de outros consumidores, caso existam.
reservatório principal 
Reservatório instalado na locomotiva ou unidade motora, destinado a alimentar todos os consumidores do comboio.
Resguardo exploração
Retenção de um comboio numa estação e em linha própria para esse fim, por forma a permitir que seja ultrapassado, em segurança, por outro considerado prioritário.
Resguardo de recuo exploração; via
Nas estações término dos comboios ou nas estações em que estes tenham que ser ultrapassados por outros, existem linhas destinadas ao seu estacionamento, em que as composições resguardam de recuo.
Resguardo de recuo exploração; via
Nas estações término dos comboios ou nas estações em que estes tenham que ser ultrapassados por outros, existem linhas destinadas ao seu estacionamento, em que as composições resguardam de recuo.
residente telecomunicações
Programa que se mantém permanentemente activo numa parte da memória.
Resistência a esforços repetidos estruturas
Resistência mecânica que um dado material apresenta quando submetido a uma carga de longa duração (por exemplo 2 milhões de ciclos).
Resistência à fadiga estruturas
Resistência mecânica que um dado material apresenta quando submetido a uma carga de longa duração (por exemplo 2 milhões de ciclos).
Resistência à fadiga via
Resistência mecânica que um dado material, nomeadamente do carril, apresenta quando submetido a uma carga de longa duração (por exemplo 2 milhões de ciclos).
resistência aerodinâmica 
Força retardadora provocada pela resistência do ar ao movimento de um veículo. O seu valor é proporcional ao quadrado da velocidade de penetração no ar, à densidade do ar, bem como à geometria e superfície frontais do veículo. (--> resistência ao avanço)
resistência ao avanço 
Soma da --> resistência aerodinâmica, da resistência devida às pendentes e da força de inércia durante a aceleração, às quais se junta: nos sistemas roda/carril, a resistência devida aos atritos nas chumaceiras (ou rolamentos) e a resistência de contacto, principalmente em curva; nos sistemas de tracção magnética, o arrastamento magnético de sustentação e guiamento, e eventualmente a resistência dos --> geradores lineares. A altas velocidades, a resistência aerodinâmica é, de longe, a predominante nas duas técnicas de tracção.
resistência ao caminhamento 
Resistência do carril ao deslocamento longitudinal em relação às travessas. Deve ser o mais elevada possível, a fim de evitar esse deslocamento, que pode causar acumulações de esforços ou uma descontinuidade inaceitável em caso de fractura de carril. A resistência requerida pode ser obtida através de uma fixação adequada, se necessário melhorada por --> anticaminhantes (--> resistência ao deslocamento transversal, --> chapa de ancoragem ou --> chapa de encastramento).
Resistência ao corte estruturas
Capacidade maior ou menor de resistir a uma tensão de corte .
Resistência ao deslocamento transversal via
Resistência das travessas ao seu deslocamento lateral no seio do balastro. Deve ser tão grande quanto possível, para impedir que esforços térmicos nos carris ou esforços transmitidos pelos veículos possam provocar um deslocamento transversal da via. Esta resistência é aumentada, por exemplo, através da compactação do balastro, do alargamento da sua banqueta e da instalação de chapas de ancoragem de travessas (resistência ao caminhamento).
Resistência ao faiscamento electricidade
Solicitação eléctrica dos componentes ou partes de uma instalação por um faiscamento ou "flash", no que se refere ao isolamento, funcionamento dos disjuntores, reacção à corrente, entre outros. Devem ser previstas medidas de protecção adequadas.
resistência ao transbordo 
Resistência subjectiva à necessidade de transbordo, que pode ser expressa por indicadores, tais como a frequência de transbordo ou outros factores puramente qualitativos de ordem física ou psíquica.
Resistência ao transbordo exploração; operador
Reserva subjectiva à necessidade de transbordo que pode ser expressa por indicadores, como por exemplo a frequência das correspondências ou outros factores puramente qualitativos de ordem física ou psíquica.
Resistência aos condicionalismos de exploração exploração
Capacidade de um componente ou de um sistema (por exemplo veículo ou instalação fixa) de suportar, sem avarias, as solicitações em serviço como sejam vibrações ou variações de temperatura).
Resistência às solicitações em serviço exploração
Capacidade de um componente ou de um sistema (por exemplo veículo ou instalação fixa) de suportar, sem avarias, as solicitações em serviço como sejam vibrações ou variações de temperatura).
resistência às solicitações ferroviárias 
Resistência mínima dos elementos construtivos dos veículos ferroviários, aparelhos e equipamentos embarcados e pessoas e mercadorias transportadas, às oscilações e vibrações normais no movimento ferroviário, que é necessária para garantir a não ocorrência de danos.
resistência de isolamento do balastro via; sinalização
A resistência eléctrica das travessas e do balastro, que influi na regulação do circuito de via. 50(821) IEC
resistência de lacete telecomunicações
Valor da resistência de um circuito fechado em lacete na sua extremidade.
Resistência de terra telecomunicações
Valor da resistência eléctrica medida entre um eléctrodo de terra e um eléctrodo de terra auxiliar, suficientemente afastados entre si por forma que, ao escoar-se uma corrente pelo eléctrodo de terra, não seja sensivelmente modificado o potencial do eléctrodo de terra auxiliar. Soma das resistências das tomadas de terra e dos condutores de terra.
resistência do ar material circulante
Força retardadora provocada pela resistência do ar ao movimento de um veículo. O seu valor é proporcional ao quadrado da velocidade de penetração no ar, à densidade do ar, bem como à geometria e superfície frontais do veículo (resistência ao avanço).
resistência efectiva electricidade
Grandeza eléctrica que representa o valor real da resistência de um sistema de corrente alternada. Comporta-se como um consumidor puramente óhmico e não provoca qualquer desfasagem entre a corrente e a tensão correspondente.
Resistência lateral da via via
Resistência das travessas ao seu deslocamento lateral no seio do balastro. Deve ser tão grande quanto possível, para impedir que esforços térmicos nos carris ou esforços transmitidos pelos veículos possam provocar um deslocamento transversal da via. Esta resistência é aumentada, por exemplo, através da compactação do balastro, do alargamento da sua banqueta e da instalação de chapas de ancoragem de travessas (resistência ao caminhamento).
restituição 
Sequência de estados significativos determinados pelas decisões tomadas com base nos produtos da desmodulação.
retorno comum DCE telecomunicações
Circuito de retorno comum para circuitos de interface simétricos com características eléctricas conformes com as recomendações V.10 ou V.35. Circuito nº 102b da recomendação V.24 do CCITT. (DCE é a sigla inglesa para "data circuit equipment").
retorno comum DTE telecomunicações
Circuito de retorno comum para circuitos de interface simétricos com características eléctricas conformes com as recomendações V.10 ou V.35. Circuito nº 102a da recomendação V.24 do CCITT. (DTE é a sigla inglesa para "data terminal equipment").
retorno de um transporte (sinal -) telecomunicações
Abreviadamente designa-se por CR, sigla inglesa de "carriage retourn".
Retrocesso exploração
Itinerário de Manobras que se dirige do exterior da estação para as linhas de estacionamento.
reunião dos fragmentos telecomunicações
Operação que consiste em reconstituir o bloco de informação original após o encaminhamento dos pacotes.
reutilização de terras de escavação 
Utilização de terras provenientes de escavação, na construção de aterros, por forma a obter um traçado de execução mais económica.
revestimento absorvente material circulante
Camada de material absorvente aplicada sobre ou entre as travessas de uma --> via assente em laje de betão, ou sobre o material circulante, a fim de reduzir a propagação do ruído. (--> irradiação acústica)
revestimento de cava 
Camada de isolamento colocada entre a cava (ou ranhura) (--> cava fechada ou --> ranhura fechada, --> cava aberta ou --> ranhura aberta) e a bobinagem, a fim de evitar uma passagem à terra ou um curtocircuito em caso de deterioração da bobinagem (--> alojamento de bobinagem).
revestimento de ranhura 
Camada de isolamento colocada entre a cava (ou ranhura) (--> cava fechada ou --> ranhura fechada, --> cava aberta ou --> ranhura aberta) e a bobinagem, a fim de evitar uma passagem à terra ou um curtocircuito em caso de deterioração da bobinagem (--> alojamento de bobinagem).
Revólver de cravação estruturas pontes
Também designado por "martelo de cravação", é uma ferramenta pneumática usada para a cravação de rebites na ligação de peças metálicas.
RGS exploração
Abreviatura de Regulamento Geral de Segurança: conjunto homogéneo de Regulamentos, a cada um dos quais é atribuido um título, que contém os textos regulamentares de carácter geral e permanente, considerados como o suporte de toda a segurança da circulação.
rigidez 
Força por unidade de deslocamento de um sistema elástico. Inverso de --> flexibilidade.
rigidez da via 
Característica da via que depende da rigidez à flexão da --> viga de suporte e guiamento, no caso da via magnética, ou da elasticidade da plataforma da via, no caso de via assente em solo.
rigidez de uma ponte estruturas; pontes
Capacidade de resistência da estrutura de uma ponte à deformação, quando sujeita à acção das cargas rolantes (flecha de uma ponte).
rigidez duma ponte 
Capacidade de resistência da estrutura de uma ponte à deformação, quando accionada por cargas (--> flecha de uma ponte).
rigidez lateral pantógrafo
Resistência do pantógrafo aos esforços transversais relativamente ao sentido de marcha. É medida na articulação superior a uma altura de desenvolvimento correspondente à posição normal do fio de contacto ou a uma altura de desenvolvimento especificada.
Rigidez torcional material circulante
Resistência que um corpo oferece à torção. Um momento de inércia elevado permite obter uma rigidez à torção favorável, por exemplo para a caixa de um veículo.
Rigor de construção estruturas; via
Precisão obtida em fabricos e montagens, em obediência a tolerâncias pré-estabelecidas relativamente ao conjunto de um sistema ou projecto, como por exemplo no caso de pilares de estruturas e das próprias estruturas destinadas a suportar a via.
Rim estruturas
Secção de um arco ou de uma abóbada, situada entre a nascença e o fecho aproximadamente à distância do apoio de um quarto do vão.
Rins estruturas
São as duas zonas de uma abóbada, situadas entre cada uma das nascenças e o fecho.
Ripagem 
1. Deslocamento transversal da via, que pode ser provocado por determinados fenómenos, como por exemplo por um aumento exagerado da temperatura ambiente, que pode levar a garrote.
Ripar a via via
Deslocar lateralmente a via, geralmente para correcção de uma curva.
Ripar uma ponte estruturas; ponte
Deslocar lateralmente uma ponte. Pode tratar-se de uma pequena deslocação (por exemplo para correcção da via), ou de uma grande deslocação (no caso de se proceder à sua substituição por outra ponte que, num intervalo maior ou menor de circulações, lhe tomará o lugar também por ripagem lateral)
RIV via
Abreviatura de Renovação Integral da Via.
RNR telecomunicações
Abreviatura da designação "não pronto para receber" que é uma trama de supervisão usada pelo DCE ou pelo DTE para indicar uma situação de ocupação, ou seja uma incapacidade temporária para aceitar tramas I seguintes. CCITT X.25
roda de engrenagem em tosco 
Roda de engrenagem antes de serem cortados os dentes.
roda de engrenagem por dentar 
Roda de engrenagem antes de serem cortados os dentes.
roda de Grenoble 
Grande banco de ensaio rotativo implantado em Grenoble (França), que é especificamente apropriado, quer para ensaios de --> motores lineares à escala 1:1, quer para ensaios dinâmicos de bogies roda/carril à escala reduzida. A roda de ensaio tem um diâmetro de 13 m e a sua velocidade periférica é de 300 km/h.
roda insonorizada 
Roda que, pela sua configuração especial ou revestimento com materiais isolantes, produz menos ruído que uma roda clássica.
Roda livre material circulante
Roda que pode girar livremente, por exemplo num eixo do qual não é solidária. O conjunto de duas rodas livres montadas sobre um eixo é designado por eixo de rodas independentes.
roda magnética 
Designação do módulo de base do sistema de sustentação e de guiamento para a --> sustentação electromagnética e compreendendo o regulador de magnetos, o conversor de corrente, o magneto de sustentação e guiamento, bem como a suspensão dos magnetos.
roda polar 
Nas máquinas rotativas síncronas, é a parte sobre a qual estão dispostos os --> enrolamentos de excitação alimentados em corrente contínua. Nos --> motores lineares síncronos, são os magnetos de sustentação, que, por um lado, garantem a excitação do motor e, por outro, criam as forças de sustentação necessárias.
Rodado aligeirado material circulante
Rodado com reduzida massa devido a uma construção aligeirada (veio oco) ou à utilização de materiais leves (por exemplo liga de alumínio).
Rodado aligeirado e calado por colagem material circulante
Rodado cuja montagem eixo/roda, rodas e roda dentada de transmissão não é realizada unicamente por ,calagem, mas por colagem e calagem com uma pressão mecânica reduzida a um terço da usualmente aplicada. Daí resulta uma redução das tensões nos diversos elementos, o que permite adoptar soluções que reduzem a massa, como por exemplo eixos ocos e cubos de rodas de pequeno diâmetro.
rodado com deslizamento controlado 
Rodado em que ambas as rodas são montadas livres sobre o eixo e ligadas por um acoplamento magnético que permite variar o deslizamento desde o desacoplamento total (rodas independentes) até à ligação rígida. Deste modo, podem dispensar-se os --> amortecedores hidráulicos antilacete normalmente utilizados para velocidades até 500 km/h.
rolamento de cartucho mecânica
Órgão que compreende um rolamento de rolos cónicos ou cilíndricos, a massa, as juntas e um sistema de estanquidade integrado.
Rolar material circulante
O mesmo que circular (por exemplo, usa-se material rolante para designar o material circulante).
rolete de accionamento do banco de ensaio 
Parte de um --> banco de ensaio de roletes em que se apoiam as rodas e que transmite a estas o esforço de aceleração ou de frenagem durante os ensaios.
rolete de banco de ensaio 
Parte de um --> banco de ensaio de roletes em que se apoiam as rodas e que transmite a estas o esforço de aceleração ou de frenagem durante os ensaios.
rondela isoladora 50(821) IEC
Nas juntas isolantes de barretas metálicas, anel destinado a isolar do carril os parafusos das barretas.
RoRo 
Técnica de transporte horizontal, em que o veículo rodoviário entra e/ou sai pelos seus próprios meios de um navio ou, no caso da estrada rolante, de um comboio.
rotação material circulante
Tempo necessário a um comboio, numa relação, entre duas partidas sucessivas da mesma estação no mesmo sentido. Inclui o tempo de percurso de ida e volta, bem como o tempo de inversão no término.
Rotação de roulis mecânica
Movimento de rotação em torno de um eixo longitudinal.
rotina 
Programa ou parte de programa que pode ter utilização geral ou repetida.
rotina de monitorização 
Programa ou parte de programa que monitoriza e regista, para análise posterior, actividades seleccionadas num computador.
rotor de gaiola 
Concepção de construção robusta do rotor dos motores assíncronos de corrente trifásica. A parte activa do rotor é constituída por barras maciças de cobre ou de alumínio, que formam uma gaiola e não necessitam de ser isoladas.
rotor em curto-circuito 
Rotor de um motor assíncrono em que os enrolamentos são constituídos por um anel de curto-circuito, daí resultando uma construção robusta.
Rótula estruturas
Dispositivo situado entre duas partes de uma estrutura, destinado a permitir os seus deslocamentos angulares relativos.
rpm geral
Abreviatura de "rotações por minuto".
RPN exploração
Sigla de Regulamento de Passagens de Nível.
RPN via; sinalização
Abreviatura de Regulamento de Passagens de Nível.
RR 
Sigla inglesa para designar "receive ready" que significa pronto para receber: trama de supervisão, usada pelo DTE ou DCE para indicar que está pronto a receber tramas de informação ou para confirmar que foram recebidas as tramas com número menor ou igual a N(R)-1.
ruído aleatório telecomunicações
Ruído nas frequências vocais de intensidade variável produzido segundo as leis do acaso.
ruído branco 
Ruído repartido no espectro de frequências de tal modo que a potência por período e por segundo é constante.
ruído de circuito telecomunicações
Qualquer ruído produzido electricamente num circuito. UIT 06.06
ruído de fundo telecomunicações
O ruído de fundo é produzido em todos os elementos activos e passivos pelo movimento dos electrões em função da temperatura (agitação térmica).
ruído de impulso telecomunicações
Tensões perturbadoras de valores elevados e muito curta duração cuja frequência de repetição é muito fraca.
ruído de quantificação telecomunicações
Ruído produzido pela quantificação de um sinal analógico a transmitir de forma digital.
ruído de rolamento ambiente
Ruído produzido pelo movimento de uma roda sobre a superfície de apoio. No sistema roda/caril, o ruído de rolamento é dominante nas baixas velocidades e, à medida que a velocidade aumenta, é progressivamente disfarçado pelos ruídos aerodinâmicos.
ruído induzido 
Ruído de circuito produzido por acção electromagnética de linhas de distribuição de energia ou de tracção eléctrica vizinhas do circuito de telecomunicações.
Ruído por efeito de cava via; material circulante
Efeito produzido pela configuração de um estator de sustentação com cavas (ranhuras) e dentes nos magnetos de sustentação e nos captadores que utilizam a face inferior do estator como contraface. Nos magnetos de sustentação, manifesta-se como uma variação da força de sustentação e pode ser eliminado por exemplo por um passo polar diferente. No caso dos captadores, o "zumbido" das cavas pode servir como sinal local (contagem dos dentes/cavas do estator).
Ruído por efeito de ranhura via; material circulante
Efeito produzido pela configuração de um estator de sustentação com cavas (ranhuras) e dentes nos magnetos de sustentação e nos captadores que utilizam a face inferior do estator como contraface. Nos magnetos de sustentação, manifesta-se como uma variação da força de sustentação e pode ser eliminado por exemplo por um passo polar diferente. No caso dos captadores, o "zumbido" das cavas pode servir como sinal local (contagem dos dentes/cavas do estator).