EBA Organismo Federal dos Caminhos-de-Ferro
Sigla alemã de Organismo Federal dos Caminhos-de-Ferro que é um organismo de supervisão e licenciamento para os caminhos-de-ferro federais e as empresas de transporte ferroviário que operam na República Federal da Alemanha.
EC operador
Abreviatura do comboio EuroCity.
EC exploração
Abreviatura de Estação de Concentração do Detalhe.
ECD telecomunicações
Abreviatura de Equipamento de Comunicação de Dados.
Eclissado via
Unido por eclisses (ou barretas).
eclissagem via
Junta ou união de carris por intermédio de eclisses (ou barretas).
eclissagem com barretas angulares via
União de fracções de carril por intermédio de eclisses ( ou barretas) do tipo angular.
Eclissagem de emergência via
União de emergência, feita através de eclisses (ou barretas).
Eclissar via
Unir através de eclisses (ou barretas).
eclisse via
Barreta metálica para ligação de dois carris sucessivos. São colocadas aos pares, de um e de outro lado das almas -previamente furadas- dos carris, unindo-os através de parafusos. Quanto à forma, as eclisses podem ser lisas ou angulares.
Eclisse angular via
Tipo de eclisse (ou barreta) cuja secção é em forma de L.
Eclisse de ressalto via
Eclisse (ou barreta) lisa destinada a ligar carris de perfis diferentes. Modernamente usa-se, para o mesmo fim e com vantagem,fechos mistos.
eclisse de talão via
Barreta do talão entre lança e contra-lança de um Aparelho de Via.
Eclisse de transição via
Barreta Mista ou de Transição que se destina a ligar carris do mesmo perfil mas com desgastes desiguais, em altura. Modernamente usa-se, para o mesmo fim e com vantagem, fechos mistos.
Eclisse isolante via
Peça mecânica que liga os topos de dois carris adjacentes, constituída ou coberta por um material isolante.
Eclisse lisa via
Tipo de eclisse (ou barreta) com forma de chapa.
Eclisse mista via
Barreta Mista ou de Transição que se destina a ligar carris do mesmo perfil mas com desgastes desiguais, em altura. Modernamente usa-se, para o mesmo fim e com vantagem, fechos mistos.
Eclisse recuperada via
Barreta reciclada.
Eclisse rematrizada via
Eclisse (ou barreta) destinada a compensar o desgaste nas juntas, na face inferior da cabeça dos carris.
Eco 
Chama-se "eco" a uma onda que foi reenviada à origem (por reflexão) e que aí chega com uma amplitude e um atraso que permitem distingui-la de uma onda transmitida directamente.
eco de extremidade via; estruturas
Designação de ensaio ultrassónico.
Eco de superfície limite via; estruturas
Designação de ensaio ultrassónico.
Edifício de passageiros exploração; construção civil
Abreviadamente designado por EP, é a construção destinada a abrigar os passageiros e a apoiá-los com a logística necessária.
Editor de ligação telecomunicações
Programa auxiliar que efectua a ligação entre diversos programas ou partes de programas antes do seu carregamento para execução.
EDS via
Sigla inglesa de "electrodynamic suspension" que significa sustentação electrodinâmica. Princípio de sustentação magnética estável baseado na criação de forças de repulsão entre um campo magnético móvel (bobinas supercondutoras dispostas no veículo) e um condutor eléctrico colocado na via (placas ou bobinas). Dado que as suficientes forças repulsivas só podem ser obtidas a partir de uma certa velocidade (velocidade de transição), é necessário utilizar, em complemento, um órgão de rolamento auxiliar. Em regra, a sustentação electrodinâmica é combinada com um motor de estator longo sem ferro. Os valores do entreferro de sustentação são da ordem dos 100 a 150 mm.
Efectivo de carruagens material circulante
Número de carruagens existentes e em boas condições de serviço.
Efectivo de locomotivas material circulante
Número de locomotivas existentes e em boas condições de serviço.
Efectivo de material circulante material circulante
Número total de veículos ferroviários existentes e em boas condições de serviço.
Efectivo de pessoal recursos humanos
Número de pessoas ao serviço na Empresa.
Efectivo de vagões material circulante
Número de vagões existentes e em boas condições de serviço.
Efectivo do parque de material motor material circulante
Número de veículos motores existentes e em boas condições de serviço.
Efectivo do parque de material rebocado material circulante
Número de veículos rebocados existentes e em boas condições de serviço.
Efectivos disponíveis recursos humanos
Pessoal efectivamente existente na empresa. Abreviadamente designado por "existências".
Efeito correntes de Foucault electricidade
Indução de correntes devido ao deslocamento de elementos condutores metálicos num campo magnético. Estas correntes exercem forças de repulsão dirigidas contra o campo magnético e forças de frenagem na direcção do deslocamento. As perdas por correntes de Foucault nos motores e transformadores podem ser minoradas pela escolha do material dos núcleos magnéticos e pelo empilhamento (freio por correntes de Foucault).
Efeito de barreira ambiente
Efeito de separação que as infra-estruturas e a exploração de um novo sistema de transporte exerce sobre o ambiente e os eco-sistemas, as áreas habitadas e os meios de transporte já existentes. Conceito muito próximo do de "efeito de corte".
efeito de corte ambiente
Repercussão negativa, em termos ecológicos e económicos, resultante da separação de certos espaços e superfícies, em virtude da construção de uma infra-estrutura de transporte, nomeadamente no caso de aterros ou de trincheiras. A via elevada através de viaduto permite evitar, em grande parte, este efeito de corte, atenuando o impacto visual e preservando o eco-sistema.
efeito de êmbolo estruturas; túneis
Termo que é usado para designar a entrada de uma composição ferroviária num túnel. Esta variação brusca de pressão provoca um efeito de sucção, negativo quer para a estrutura de sustimento do túnel, quer para o conforto dos passageiros a nível auditivo. Modernamente este efeito pode ser atenuado construindo as entradas dos túneis em bisel, a fim de tornar progressiva a referida variação de pressão.
Efeito de entalhe geral
Concentração de tensões numa determinada peça onde foi praticado o entalhe, fragilizando-a e diminuindo-lhe a resistência quando sujeita a esforços.
Efeito de pele via; material circulante
Microdeslizamento produzido nas curvas sobre a mesa de rolamento, devido ao facto de a roda percorrer uma maior distância no carril exterior estando sujeita à mesma velocidade de rotação que a roda no carril interior.
Efeito de substituição planeamento
Efeito exercido sobre modos de transporte em concorrência, quando a procura se desvia para um determinado modo de transporte com melhor qualidade (desvio de tráfego ou transferência de tráfego).
Efeitos estruturantes planeamento
Termo genérico que designa os efeitos de um investimento em infra-estruturas de transporte sobre outras infra-estruturas, estruturas demográficas, ambiente e emprego, tanto na fase de construção, como na fase de exploração.
Efeitos sobre o emprego planeamento
Efeitos produzidos na economia regional e no rendimento pela criação e manutenção de postos de trabalho, bem como pela expansão de mercados de aprovisionamento resultante da construção e exploração de um sistema de transporte.
Eixo planeamento
Percurso ou itinerário importante, integrado na rede ferroviária.
Eixo geral
Linha média de uma peça linear.
Eixo geral; geometria
Linha média de uma peça linear.
Eixo central geral
Eixo médio.
Eixo da via via
Lugar geométrico dos pontos, no plano da via, equidistantes dos carris.
Eixo dianteiro material circulante
Eixo da frente de uma composição.
Eixo dianteiro material circulante
Eixo da frente de uma composição.
Eixo do rodado material circulante
Conjunto de rodas de um veículo cujos centros se encontram num mesmo plano vertical , transversal a esse veículo.
Eixo oco material circulante
Veio de rodado cujo interior é oco a fim de reduzir a sua massa. O furo é utilizado também para introdução da sonda de ensaio ultrassónico, em caso de exame para a detecção de fendas.
Eixo para bitola variável material circulante
Eixo ajustável a diferentes bitolas.
Eixo traseiro material circulante
Eixo da cauda de um veículo.
Ejector de areeiro via
Dispositivo do areeiro que deixa cair a areia sobre os carris.
Elaborar um auto exploração
O mesmo que lavrar um auto: descrever no documento legal e de acordo com o previsto na I.E.T. Nº38, quaisquer infrações que tenham ocorrido. A este documento chama-se auto de notícia e é elaborado por agente ajuramentado, no exercício das suas funções.
Elasticidade estruturas
Propriedade de um corpo recuperar a sua forma primitiva quando deixa de actuar a solicitação que produziu a sua deformação.
Elasticidade da via via
Qualidade que uma via férrea possui de se deformar e de regressar à sua posição inicial, o que se traduz num maior conforto para os passageiros.
Elasticidade do balastro via
Qualidade que o balastro possui de amortecer as acções do material circulante sobre a via, garantindo níveis de conforto elevados.
Elasticidade do preço exploração
Relação entre a variação percentual do volume de tráfego e a variação percentual do preço que influi na procura (procura de transporte).
Electrificação catenária
Dotação de uma via férrea, de todo o conjunto de instalações fixas de tracção eléctrica: subestações, postos de catenária e postos auxiliares, catenária e seus acessórios, bem como o circuito de retorno da corrente (pela via).
Eléctrodo de terra electricidade
Conjunto de materiais condutores enterrado, destinados a assegurar boa ligação eléctrica com a terra e ligado num único ponto (ligador do eléctrodo) ao condutor de terra.
Electroímã de sustentação via
Ímã (magneto) utilizado em sustentação magnética disposto longitudinalmente de cada lado do veículo EMS. Na motorização de estator longo, os ímãs (magnetos) de sustentação asseguram simultaneamente a propulsão e a frenagem de serviço. Actuam sobre os estatores de sustentação, no caso da motorização de estator longo, e sobre os carris de sustentação especiais, no caso da motorização de estator curto.
Electroíman de sustentação via
Íman (magneto) utilizado em sustentação magnética disposto longitudinalmente de cada lado do veículo EMS. Na motorização de estator longo, os ímanes (magnetos) de sustentação asseguram simultaneamente a propulsão e a frenagem de serviço. Actuam sobre os estatores de sustentação, no caso da motorização de estator longo, e sobre os carris de sustentação especiais, no caso da motorização de estator curto.
Electrónica de potência electricidade
Parte da electrónica que diz respeito à transmissão ou à transformação de potência eléctrica e compreende os rectificadores, onduladores e conversores de corrente contínua (choppers) constituídos por semicondutores (transístores, tirístores).
Electroválvula de aperto material circulante
Elemento do freio electropneumático, ligado em cada veículo a uma linha eléctrica de aperto controlada pela válvula do maquinista e que, durante o aperto, esvazia a conduta geral.
Electroválvula de desaperto material circulante
Elemento do freio electropneumático, ligado em cada veículo a uma linha eléctrica de desaperto comandada pela válvula do maquinista e que, durante o desaperto, alimenta localmente a conduta geral a partir da conduta de alimentação.
Elemento telecomunicações
Em processamento de dados, um elemento é um dado indivisível.
Elemento amortecedor geral
Elemento que absorve a energia de uma vibração mecânica, eléctrica ou acústica e a transforma em calor. Pode ser concebido sob a forma de amortecedor hidráulico ou pneumático, sob a forma de resistência óhmica para as vibrações eléctricas, sob a forma de material absorvente para as vibrações acústicas.
Elemento binário telecomunicações
Cada um dos elementos de um conjunto binário. UIT 53.01
Elemento de chapa magnética material circulante
Componente de uma pilha de chapas estatóricas, rotóricas ou de transformador, constituído de chapa magnética. As pilhas de chapas estatóricas do comboio magnético são obtidas a partir de um conjunto de chapas cortadas à punção com uma determinada forma geométrica (dentes e cavas), as quais são comprimidas em conjunto e coladas a uma determinada temperatura.
Elemento de código 
Representação de dados segundo um código ou representação de um carácter num conjunto de caracteres codificados.
Elemento do balastro via
Constituinte do balastro.
Elemento pré-fabricado de betão construção civil
Elemento de construção de betão (simples, armado ou pré-esforçado), fabricado numa unidade de produção e transportado para a obra para aí ser montado, como, por exemplo, travessas de via, condutas, vigas ou prumos.
Elemento seco electricidade
Constituinte de pilha.
Elementos Técnicos de Manutenção via
Abreviadamente designados por ETM, é o conjunto dos equipamentos e instalações integrantes da infraestrutura ferroviária, sujeitos a acções de manutenção e que são caracterizados por determinados atributos.
Elevação geral
Técnica de movimentação.
Elevação estruturas; pontes
Subida de uma ponte ferroviária, com fixação directa da via (sem balastro), por actuação nos aparelhos de apoio. Esta acção é determinada pela necessidade de elevar a rasante.
Elevação catenária
Diferença de altura do fio de contacto quando da aplicação de uma força estática ou dinâmica.
Elevação da via via
Subida da rasante da via.
elevação dinâmica geral
Esforço dinâmico.
Elevação excessiva do pantógrafo catenária; material circulante
Força de elevação produzida pela velocidade do ar que, em determinadas circunstâncias, faz elevar o pantógrafo e a catenária para além dos limites admissíveis (pantógrafo de dois andares).
Em carga electricidade; catenária
Termo empregue quando a catenária (ou qualquer outra instalação) está sob tensão (tensão ligada) e a ser percorrida por corrente eléctrica.
Em fase de ensaios finais geral
Estadio de desenvolvimento técnico de um sistema que se situa entre os ensaios finais e a sua utilização.
Em fase de ultimação geral
Estadio de desenvolvimento técnico de um sistema que se situa entre os ensaios finais e a sua utilização.
Em linha 
Diz-se da operação de uma unidade funcional quando esta está sob o comando directo do computador principal.
Em tempo real 
Diz-se do processamento de dados efectuado por um computador em relação directa com um processo exterior, dentro de limites de tempo impostos por este processo.
Em tensão catenária
Termo empregue quando a catenária está sob tensão mas não está a ser percorrida por corrente eléctrica, isto é, quando não existe qualquer receptor (unidade motora ou outra) a ser alimentado pela catenária.
Embalamento material circulante
Motor que atingiu um número exagerado de rotações.
Embalar material circulante
Atingir um número exagerado de rotações.
Embalar um motor material circulante
Fazer com que um motor atinja um número exagerado de rotações.
Embasamento do bogie material circulante
Distância entre os eixos extremos de um bogie.
Embate pela cabeça ou pela cauda via; material circulante
Colisão entre veículos ou de um veículo com um obstáculo, pela frente ou pela cauda do veículo.
Embraiagem com deslizamento material circulante
Acoplamento que permite um certo deslizamento entre as partes em rotação, por exemplo acoplamento de pó magnético entre a parte esquerda e a parte direita de um eixo ou veio com regulação de deslizamento.
Emissão de dados telecomunicações
Circuito nº103 da recomendação V.24 do CCITT.
Emissão poluente ambiente; material circulante
Difusão de substâncias nocivas (por exemplo, gases de escape, fuligem) no ambiente. Nos nossos dias, os sistemas de transporte guiado são movidos por motores eléctricos cujo funcionamento, por princípio, não dá origem a emissões gasosas. Só as centrais eléctricas que utilizam processos de combustão produzem emissões poluentes sob a forma de gases ou de poeiras. São, contudo, excepção os sistemas de sustentação electrodinâmica, que prevêem uma turbina a gás para a alimentação eléctrica a bordo (grupo auxiliar de alimentação a bordo).
Emissor automático de banda perfurada telecomunicações
Equipamento usado para transmitir dados a partir de uma banda perfurada de avanço automático.
Emissor automático de indicativo telecomunicações
Dispositivo existente nos teleimpressores que envia automaticamente a identificação como resposta ao sinal "quem está lá".
Emissor de média frequência telecomunicações
Dispositivo emissor na gama das médias frequências, que permite a troca de informações entre um posto central e diversos componentes. No caso do comboio magnético TRANSRAPID com motor linear de estator longo, trata-se, por exemplo, do telecomando dos comutadores de linha ou ainda do emissor do sinal para a determinação indutiva da posição dos polos, com vista à determinação da posição dos veículos.
Empanque material circulante
Junta vedante.
Empeno via
Característica localizada da via, em que os dois carris apresentam, numa determinada extensão, inclinações longitudinais diferentes.
Empeno material circulante
Variação da posição do centro da roda em relação ao cubo da roda na sequência da frenagem.
Empeno da roda material circulante
Situação (defeito) em que as superfícies laterais da roda deixam de respeitar os seus planos.
Empeno da via via
Característica localizada da via, em que os dois carris apresentam, numa determinada extensão, inclinações longitudinais diferentes.
Empeno da via via
Característica localizada da via, em que os dois carris apresentam, numa determinada extensão, inclinações longitudinais diferentes.
Empeno do carril via
Deformação do carril em relação ao seu eixo.
Empilhamento 
Sobreposição de Unidades de Transporte Intermodais (UTIs).
Empilhamento das travessas via
Arrumação criteriosa de travessas, dando ao conjunto o formato de pilha.
Empolamento geotecnia
Aumento da porosidade de um terreno.
Empreitada construção civil
Uma obra pode ser realizada por empreitada quando o dono da obra adjudica a outrem a execução (que poderá ainda incluir a concepção) dos trabalhos de construção ou de engenharia civil, mediante o pagamento de um preço. Decreto-Lei nº59/99, 2 de Março.
Empreitada por medição construção civil
A remuneração do empreiteiro é a que resulta da aplicação dos preços unitários previstos no contrato, para cada espécie de trabalho, às quantidades efectivamente executadas. Também designada por empreitada por série de preços. Decreto-Lei nº59/99, 2 de Março.
Empreitada por preço global construção civil
A remuneração do empreiteiro é previamente fixada tendo por base a realização de todos os trabalhos necessários à execução da obra, quer em termos de espécie de trabalhos, quer em termos de quantidades. Decreto-Lei nº59/99, 2 de Março.
Empreitada por série de preços construção civil
A remuneração do empreiteiro é a que resulta da aplicação dos preços unitários previstos no contrato, para cada espécie de trabalho, às quantidades efectivamente executadas. Também designada por empreitada por medição. Decreto-Lei nº59/99, 2 de Março.
Empresa de transporte ferroviário geral
Empresa detentora de licença cuja actividade principal consiste na prestação de serviços de transporte de mercadorias e/ou de passageiros por caminho-de-ferro, assegurando obrigatoriamente a tracção, aí se compreendendo empresas que prestem apenas serviços de tracção. Decreto-Lei nº270/2003 de 28 de Outubro
EMS material circulante; via
Abreviatura da expressão inglesa "electro-magnetic suspension": princípio de sustentação magnética baseado em forças de atracção entre electromagnetos ou magnetos, permanentes regulados dispostos no veículo, e um carril de reacção colocado na via. Em geral, é combinado com um motor linear de estator curto ou um motor de estator longo com carcaça magnética. O valor típico do entreferro é da ordem dos 10 mm.
Emular telecomunicações
Réplica de "software" de um computador A num computador B de modo que os programas escritos para A podem ser executados em B. DIN 44 300.
Encaminhamento telecomunicações
Determinação do caminho a utilizar na rede por uma comunicação ou um pacote de dados.
Encaminhamento operador
Estabelecimento de percursos de comboios, mercadorias e passageiros.
Encaminhamento de recurso telecomunicações
Encaminhamento que requer a actualização das tabelas de encaminhamento em caso de avaria de um elemento da rede (nodo ou ligação).
Encargos de conservação exploração
Custos com a conservação corrente das infra-estruturas e instalações ferroviárias em serviço, por forma a manter as condições mínimas de segurança e qualidade exigidas.
Encargos de construção exploração
Custos resultantes de uma qualquer construção.
Encargos de estabelecimento exploração
Custos decorrentes da constituição de uma empresa.
Encargos de estação exploração
Custos da manutenção de uma estação ferroviária em condições de prestar os adequados serviços ao cliente.
Encargos de exploração exploração
Custos resultantes da disponibilização em perfeitas condições de segurança e qualidade, de uma instalação ferroviária para ser utilizada pelo(s) operador(es).
Encargos de infra-estrutura exploração
Custos resultantes da conservação e manutenção das infra-estruturas ferroviárias nas condições de segurança e qualidade pré-definidas.
Encargos de infra-estrutura exploração
Custos resultantes da conservação e manutenção das infra-estruturas ferroviárias nas condições de segurança e qualidade pré-definidas.
Encargos de investimento exploração
Custos resultantes de um investimento, designadamente os encargos financeiros com o seu financiamento.
Encargos de manutenção exploração
Custos com a manutenção das infra-estruturas e instalações ferroviárias em serviço, nas condições de segurança e qualidade pré-definidas.
Encargos de mão-de-obra geral
Custos de pessoal.
Encargos de movimentação exploração
Custos decorrentes da movimentação de materiais de um local para outro.
Encargos de peritagem geral
Custos de uma auditoria.
Encargos de pessoal geral
Custos de mão de obra.
Encargos de primeiro estabelecimento exploração
Custos decorrentes da constituição de uma empresa.
Encargos de renovação via
Custos de renovação de uma via férrea.
Encargos de reparação geral
Custos de reparação.
Encargos de tracção geral
Custos de tracção.
Encargos de transbordo exploração; operador
Custos com o transbordo de passageiros ou mercadorias.
Encarregado de manobras exploração
Agente que assegura a realização de serviço de manobras de entrada e saída de comboios nas estações e terminais.
Encarregado de obras construção civil
Designação que foi substituída, nos finais do séc.XX, por Encarregado de Infra-estruturas: agente que coordena e executa as actividades de gestão e manutenção de infraestruturas de suporte, garantindo todas as condições de segurança da circulação ferroviária.
Encastramento estruturas
Ligação que impede a rotação da secção de apoio.
Encastramento da via via
Impedimento de deslocação das travessas de via, por envolvimento de balastro bem atacado.
Encerado material circulante
Cobertura da carga dos vagões.
Encerado material circulante
Cobertura da carga dos vagões.
Encerado solto material circulante
Cobertura da carga dos vagões, que por qualquer motivo se desprendeu.
Encerramento à exploração exploração
Encerramento de uma qualquer instalação ferroviária à circulação de composições.
Encerramento ao serviço de mercadorias exploração
Encerramento de uma estação ou de um troço de linha ferroviária à circulação de composições de mercadorias.
Encerramento ao tráfego de mercadorias exploração
Encerramento de uma estação ou de um troço de linha ferroviária à circulação de composições de mercadorias.
Encerramento ao tráfego de passageiros exploração
Encerramento de uma estação ou de um troço de linha ferroviária à circulação de composições de passageiros.
Encerramento de uma linha exploração
Encerramento de um troço de linha ferroviária à circulação de composições, quer durante um período de tempo necessário para uma determinada intervenção, quer definitivamente.
Encerramento de uma linha ao tráfego exploração
Encerramento de um troço de linha ferroviária à circulação de composições, quer durante um período de tempo necessário para uma determinada intervenção, quer definitivamente.
Enchimento das caixas dos areeiros material circulante
Reposição, nos areeiros, dos níveis de areia adequados.
Enchimento de ar material circulante
Reposição, nos freios, dos níveis de ar adequados.
Enchimento por soldadura geral
Preenchimento, por soldadura, de um vazio numa peça metálica.
Encontro de ponte estruturas; pontes
Obra extrema de uma ponte, em geral dando-lhe apoio, e podendo servir para suster as terras do aterro de acesso.
Encravamento sinalização
Interdependência entre os manípulos de comando ou os circuitos eléctricos de comando dos diferentes aparelhos, agulhas, sinais ou tros, tornando impossível qualquer simultaneidade de posições incompatíveis do ponto de vista da segurança, nomeadamente quando defeitos no sistema de aferrolhamento possam por em causa a segurança das circulações e enquanto não se efectua a sua reparação.
Encravamento sinalização
Interdependência entre os manípulos de comando ou os circuitos eléctricos de comando dos diferentes aparelhos, agulhas, sinais ou outros, tornando impossível qualquer simultaneidade de posições incompatíveis do ponto de vista da segurança, nomeadamente quando defeitos no sistema de aferrolhamento possam por em causa a segurança das circulações e enquanto não se efectua a sua reparação.
Encravamento condicional sinalização
Encravamento entre dois órgãos condicionado pelas posições de outros órgãos.
Encravamento das lanças da agulha sinalização
Impedimento de movimentação das lanças das agulhas, quando defeitos no sistema de aferrolhamento possam por em causa a segurança das circulações e enquanto não se efectua a sua reparação.
Encravamento das portas material circulante
Impedimento de movimentação das portas de uma composição, por razões operacionais ou quando anomalias no sistema possam por em causa a segurança dos passageiros, enquanto não se efectua a reparação.
Encravamento de alavancas de itinerário sinalização
Impedimento de movimentação das alavancas de itinerário.
Encravamento de aproximação sinalização
Encravamento que impede o comando de fecho de um sinal de paragem absoluta estando o comboio a aproximar-se de um sinal avançado (aberto) ou do próprio sinal de paragem. 50(821) IEC
Encravamento de bloco sinalização
Encravamento do sistema que garante que dois comboios em direcções opostas não se encontram na mesma secção de via, em simultâneo.
Encravamento de continuidade sinalização
Encravamento de cantonamento que impede a situação de via livre para um comboio no posto a montante, enquanto o sinal de entrada do cantão onde o comboio acaba de entrar não se fechar e o bloqueio desse sinal não se efectuar.
Encravamento de convergência de sentidos opostos sinalização
Encravamento de sentido que, em certas condições, pode ser anulado para permitir a entrada em via ocupada.
Encravamento de itinerário sinalização
Encravamento de todos os elementos móveis dum itinerário (agulhas do percurso efectivo, calços descarriladores, agulhas de protecção lateral), a fim de impedir uma mudança indevida de posição e por em risco a segurança das circulações. 50(821) IEC
Encravamento de sentido sinalização
Encravamento de incompatibilidade entre os sinais que interditam a ocupação de um troço de via por dois comboios circulando em sentidos opostos.
Encravamento de sequência sinalização
Encravamento que obriga a uma determinada sequência na operação de elementos de sinalização.
Encravamento de sequência sinalização
Encravamento que obriga a uma determinada sequência na operação de elementos de sinalização.
Encravamento de trânsito sinalização
Encravamento de todos os elementos móveis dum itinerário (agulhas do percurso efectivo, calços descarriladores, agulhas de protecção lateral), a fim de impedir uma mudança indevida de posição que poria em risco a segurança das circulações. 50(821) IEC
Encravamento de trânsito flexível sinalização
Por oposição ao encravamento por trânsito rígido, é o que deixa de actuar sobre as agulhas e sobre as agulhas de protecção correspondentes, à medida que forem percorridas pelo comboio.
Encravamento de trânsito por parcelas sinalização
Por oposição ao encravamento por trânsito rígido, é o que deixa de actuar sobre as agulhas e sobre as agulhas de protecção correspondentes, à medida que forem percorridas pelo comboio.
Encravamento de trânsito rígido sinalização
Encravamento de trânsito que actua sobre todas as agulhas de um itinerário e sobre as agulhas de protecção, desde que um comboio entra nesse itinerário até este ser completamente libertado.
Encravamento directo sinalização
Encravamento produzido por acção directa do dispositivo de encravamento sobre os elementos a encravar, independentemente de qualquer outro dispositivo.
Encravamento eléctrico sinalização
Encravamento que, por meio de uma corrente eléctrica, pode actuar sobre um aparelho quer imobilizando o seu manípulo de comando (por aferrolhamento eléctrico), quer bloqueando a actuação do seu dispositivo de comando.
Encravamento eléctrico de itinerário sinalização
Encravamento eléctrico de todos os elementos móveis dum itinerário (agulhas do percurso efectivo, calços descarriladores, agulhas de protecção lateral), a fim de impedir uma mudança indevida de posição e por em risco a segurança das circulações.
Encravamento eléctrico de sentido sinalização
Encravamento que impede a mudança intempestiva do sentido dos movimentos num troço.
Encravamento indirecto sinalização
Encravamento entre dois elementos que não se realiza directamente no sistema por eles constituído, antes resulta de encravamentos directos entre cada um dos órgãos considerados e um órgão exterior ao sistema.
Encravamento mecânico sinalização
Encravamento que, por meios mecânicos, pode actuar sobre um aparelho quer imobilizando o seu manípulo de comando (por aferrolhamento), quer bloqueando a actuação do seu dispositivo de comando.
Encravamento recíproco sinalização
Encravamento produzido no elemento de bloqueio pela posição tomada pelo elemento bloqueado.
Encravar sinalização
Bloquear a movimentação dos manípulos de comando ou dos circuitos eléctricos de comando dos diferentes aparelhos, agulhas, sinais ou outros.
Encurvadura estruturas
Fenómeno de instabilidade num elemento estrutural, que se caracteriza pela ocorrência de grandes deformações transversais.
Encurvamento estruturas
Flexão lateral.
Endereçagem telecomunicações
Operação que consiste em identificar de forma não equívoca uma posição de memória.
Enfraquecimento de regularidade 
Expressão, em unidades de transmissão, da relação
Enfraquecimento diafónico 
Expressão, em unidades de transmissão, da relação P1/P2, em que P1 representa a potência aparente num dado ponto de um canal perturbador e P2 a potência aparente resultante da diafonia num dado ponto de um canal perturbado, nas condições específicas de terminação destes canais.
Enfraquecimento paradiafónico telecomunicações
Expressão, em unidades de transmissão, da relação P1/P2, em que P1 representa a potência aparente num determinado ponto de uma via perturbadora e P2 a potência aparente resultante da diafonia num determinado ponto de uma via perturbada situado na mesma extremidade que a fonte perturbadora, nas condições especificadas de terminação dessas vias.
Engatagem material circulante
Acção de engatar.
Engatagem material circulante
Acção de engatar.
Engate intermédio material circulante
Elemento (compreendendo amortecedores) montado entre os topos (cabeceiras) dos veículos para atenuar as reacções longitudinais, com vista a melhorar o comportamento dinâmico do comboio.
Enlace exploração
Diz-se que numa estação dois comboios de passageiros têm enlace quando houver pelo menos 5 minutos de diferença entre as horas prescritas para a chegada do primeiro comboio e para a partida do segundo, salvo se houver indicação em contrário, ou se se tratar de um dos seguintes casos: o 2º comboio é um Internacional, Alta Qualidade ou Intercidade, o 1º comboio é um Suburbano e o 2º um Inter-regional, o 2º comboio é um Suburbano ou o 2º comboio é de sentido contrário ao 1º. ICET 5/88
Enlace de material exploração
Numa estação há enlace (ou ligação) de material quando um ou mais veículos do 1º comboio têm seguimento previsto pelo 2º comboio.
Enlace de passageiros exploração
Numa estação diz-se que há enlace de passageiros (ou enlace propriamente dito) quando, pelo 2º comboio, apenas têm seguimento previsto passageiros e bagagens do 1º comboio. I.C.E.T. 5/88
ENQ telecomunicações
Sigla inglesa para "enquiry": caractére de comando utilisado para interrogar uma estação afastada. A resposta poderá incluir a identificação da estação e/ou o seu estado. CCITTV.3
Enquiry telecomunicações
Também designado abreviadamente por ENQ : caractére de comando utilisado para interrogar uma estação afastada. A resposta poderá incluir a identificação da estação e/ou o seu estado. CCITTV.3
Enrolamento de excitação electricidade; material circulante
Bobinas de um magneto de excitação ligadas por forma a constituir um enrolamento. No caso do comboio magnético TRANSRAPID, os enrolamentos de excitação são alimentados de corrente pela unidade-base de regulação por intermédio da rede de bordo.
Enrolamento de magneto electricidade
Parte de um electroíman percorrida pela corrente, que se compõe de fios, barras ou folhas de chapa.
Enrolamento de medida electricidade
Enrolamento suplementar montado em certos componentes durante os períodos de ensaio ou em permanência, por exemplo com fins de protecção ou de vigilância. Serve, em regra, para a obtenção de grandezas magnéticas como o fluxo, a indução ou outra.
Ensaio estruturas
Conjunto de operações a que se submete uma estrutura, um prototipo, um modelo reduzido ou um provete, com o fim de avaliar, medir ou determinar as características e propriedades dos materiais em causa. Ver Provete.
Ensaio ao punçoamento geral
Teste cuja finalidade é avaliar a capacidade de um dado material à perfuração; p. ex. as membranas para impermeabilização dos tabuleiros de betão das pontes ferroviárias balastradas devem oferecer grande resistência ao punçoamento pelo balastro.
Ensaio Brinell metalurgia
Tipo de teste para caracterização da dureza de um metal, medindo a profundidade de penetração de uma esfera metálica no provete. NP-106
Ensaio de carga estruturas; pontes
Também designado por "prova de carga", consiste na realização de testes, após a conclusão da montagem de uma ponte ferroviária e antes da sua abertura à exploração, fazendo passar sobre a obra a composição mais pesada autorizada no troço de via onde se insere, a fim de comparar os efeitos produzidos com os previstos no respectivo projecto.
Ensaio de choque metalurgia
Teste para caracterização da resiliência (capacidade de absorção de energia) de um dado material, medindo a energia do impacto sobre o provete até ele quebrar. NP-269
Ensaio de choque sobre provete com entalhe metalurgia
Teste para caracterização da resiliência (capacidade de absorção de energia) de um metal, medindo a energia do impacto sobre o provete (onde previamente foi aberto um entalhe) até ele quebrar. NP-269
Ensaio de componentes material circulante
Fase experimental do desenvolvimento de um sistema, durante a qual novos subconjuntos (componentes) são testados em condições próximas da realidade.
Ensaio de comportamento geral
Teste efectuado com a finalidade de avaliar o comportamento futuro de uma dada estrutura ou material, através da prévia simulação de situações reais.
Ensaio de compressão geral
Teste efectuado para medir, em provete adequado, a resistência à compressão de um dado material.
Ensaio de corte metalurgia
Teste realizado num provete adequadol, a fim de avaliar a resistência ao corte do material em causa.
Ensaio de deformação geral
Teste efectuado numa estrutura, num prototipo, num modelo reduzido ou num provete do material em causa, com a finalidade de avaliar a sua resistência à deformação.
Ensaio de dobragem geral
Teste efectuado num provete do material em causa, a fim de caracterizar a sua capacidade de resistência à dobragem.
Ensaio de dureza geral
Teste efectuado num provete do material em causa, a fim de caracterizar a sua dureza.
Ensaio de dureza Brinell metalurgia
Tipo de teste para caracterização da dureza de um metal, medindo a profundidade de penetração de uma esfera metálica no provete. NP-106
Ensaio de elasticidade geral
Teste efectuado numa estrutura, num prototipo, modelo reduzido ou provete do material em causa, com a finalidade de avaliar a sua elasticidade.
Ensaio de encurvadura estruturas
Teste efectuado num provete do material em causa, a fim de caracterizar a sua capacidade de resistência à encurvadura.
Ensaio de fadiga geral
Teste efectuado com a finalidade de avaliar o futuro comportamento em relação à fadiga de uma dada estrutura ou material, submetendo o provete a ciclos intensivos simulando situações reais.
Ensaio de flambagem geral
Teste efectuado num provete do material em causa, a fim de caracterizar a sua capacidade de resistência à flambagem.
Ensaio de flexão geral
Teste efectuado num provete do material em causa, a fim de caracterizar a sua capacidade de resistência à flexão.
Ensaio de rebentamento geral
Teste efectuado numa embalagem, a fim de caracterizar a sua capacidade de resistência.
Ensaio de recepção geral
Ensaio para recepcionar peças soltas, componentes, subsistemas ou instalações completas, previsto no contrato estabelecido entre o cliente e o fornecedor ou prescrito pelas autoridades. Os procedimentos são geralmente fixados por escrito e os resultados registados num auto de recepção.
Ensaio de referência geral
Ensaio cujos resultados servirão como referência, por forma a permitir comparações com os resultados de ensaios posteriores.
Ensaio de resiliência geral
Teste para caracterização da capacidade de absorção de energia de um dado material, medindo a energia do impacto sobre o provete até ele quebrar. NP-269
Ensaio de resistência geral
Ensaio de um componente ou de um sistema durante um período suficientemente longo, em condições que traduzam, pelo menos, a situação real em serviço.
Ensaio de resistência aos choques geral
Teste para caracterização da resiliência (capacidade de absorção de energia) de um dado material, medindo a energia do impacto sobre o provete até ele quebrar. NP-269
Ensaio de rotura geral
Teste para caracterização da resistência à tracção de um dado material, medindo o estado de tensão a que o provete é sucessivamente submetido até atingir a rotura.
Ensaio de ruptura geral
Teste para caracterização da resistência à tracção de um dado material, medindo o estado de tensão a que o provete é sucessivamente submetido até atingir a ruptura.
Ensaio de ruptura à tracção geral
Teste para caracterização da resistência à tracção de um dado material, medindo o estado de tensão a que o provete é sucessivamente submetido até atingir a ruptura.
Ensaio de segurança geral
Conjunto de procedimentos que, tendo como base falhas ou defeitos admitidos, permite verificar teoricamente e/ou na prática se um sistema e/ou os seus componentes satisfazem os requisitos de segurança exigidos. Nesse caso, é conferido um certificado de segurança, indicando de modo controlável que as exigências determinantes em matéria de segurança são respeitadas.
Ensaio de sobrecarga estruturas
Teste efectuado numa estrutura, num prototipo ou num modelo reduzido, sujeitando-o aos esforços provocados pela actuação de uma sobrecarga compatível com os valores considerados no projecto.
Ensaio de torsão geral
Teste efectuado num provete do material em causa, a fim de caracterizar a sua capacidade de resistência à torsão.
Ensaio de tracção geral
Teste para caracterização da resistência à tracção de um dado material, medindo o estado de tensão a que o provete é sucessivamente submetido até atingir a ruptura.
Ensaio dinâmico geral
Teste em que se pretende avaliar os efeitos introduzidos, numa dada estrutura, pela actuação de sobrecargas dinâmicas; por exemplo, numa ponte ferroviária, a prova de carga é feita com a passagem da composição de ensaio a velocidades crescentes, com ou sem frenagem.
Ensaio estático estruturas
Teste em que se pretende avaliar os efeitos introduzidos, numa dada estrutura, pela actuação de uma sobrecarga estática.
Ensaio não destrutivo estruturas
Ensaio realizado num elemento estrutural, sem o destruir nem lhe provocar danos susceptíveis de inviabilizar o seu funcionamento..
Ensoleiramento estruturas
Fundação em que a carga da super-estrutura é transmitida directamente ao terreno através de uma laje geral. Só é viável no caso de existir solo, com capacidade de carga apropriada, a uma profundidade relativamente reduzida.
Entalhadeira via
Ferramenta utilizada para fazer entalhes nas travessas de madeira.
Entalhe via
Também designado por "aparelho", é a ranhura feita nas travessas por meio do corte com serra e desbaste da madeira com enxó de via, a fim de dar aos carris a inclinação devida (para o interior da via).
Entalhe das travessas via
Também designado por "sabotagem", é o acto de efectuar nas travessas, por meio do corte com serra e desbaste da madeira com enxó de via, as ranhuras que permitirão dar aos carris a inclinação devida (para o interior da via).
Entidade telecomunicações; informática
Designa o hardware ou software, ou ambos em conjunto, de uma unidade funcional capaz de desempenhar uma função determinada. ISO 10.01.01
Entidade atribuidora exploração
Entidade ou organismo designado pelo estado-membro da União Europeia como responsável pela repartição da capacidade das infra-estruturas (atribuição de canais horários).
Entidade licenciadora exploração
Autoridade ou organismo encarregado pelo estado-membro da União Europeia de conceder as licenças de exploração ferroviária.
Entidade repartidora exploração
Entidade ou organismo designado pelo estado-membro da União Europeia como responsável pela repartição da capacidade das infra-estruturas (atribuição de canais horários).
Entrada de tarefas à distância telecomunicações
Abreviadamente designada por RJE -do inglês "remote job entry"- é a introdução de uma tarefa através de um órgão de entrada que tem acesso a um computador por meio de uma ligação de dados. ISO 10.04.03
Entrada para processamento diferido à distância 
Introdução de lotes de dados através de um órgão de entrada que tem acesso ao computador por uma ligação de dados.
Entre-eixo via
Distância entre centros de vias férreas contíguas.
Entre-eixo das vias via
Distância entre centros de vias férreas contíguas.
Entre-eixo de vias magnéticas via
Distância entre os eixos de duas vias magnéticas. É função das velocidades praticadas nessas vias (aumento do entre-eixo).
entre-eixo dos estatores de sustentação material circulante
Distância entre os eixos dos estatores de sustentação montados longitudinalmente dos dois lados da viga de suporte e guiamento.
Entreferro 
(a) Espaço livre entre a superfície magnética exterior (entreferro magnético) ou a superfície geométrica (entreferro geométrico) de um magneto (íman) e a superfície de reacção (por exemplo bordo inferior do estator). Devido à deformação da via magnética, o entreferro nominal deve ser consideravelmente superior ao valor zero, designadamente 6 a 10 mm, a fim de excluir qualquer possibilidade de contacto entre o íman e a superfície de reacção.
entreferro magnético material circulante
O mesmo que entreferro.
Entrevia via
O mesmo que entre-vias.
Entre-vias via
Espaço compreendido entre duas vias paralelas adjacentes e que se mede entre linhas verticais que passam pelos bordos interiores das cabeças dos carris das filas mais próximas de cada uma das vias.
envelope 
Conjunto de bits suplementares que acompanham sistematicamente os blocos numa ligação de dados ou numa rede de dados.
Envolvendo a via material circulante
Propriedade de um veículo (por exemplo do comboio magnético TRANSRAPID) cuja estrutura mecânica abraça ou envolve os elementos da via que suportam as cargas, por forma a tornar impossível o descarrilamento ou o tombamento.
Envolvimento da via (com) material circulante
Propriedade de um veículo (por exemplo do comboio magnético TRANSRAPID) cuja estrutura mecânica abraça ou envolve os elementos da via que suportam as cargas, por forma a tornar impossível o descarrilamento ou o tombamento.
envolvimento exterior material circulante
Concepção típica do comboio magnético (sistema EMS), em que os dispositivos de guiamento e de sustentação envolvem ou abraçam a via, garantindo assim a segurança de marcha.
Enxilharia estruturas; construção civil
Alvenaria semelhante à cantaria, mas com as juntas entrecruzadas, isto é, não formando fiadas.
Enxó via
Ferramenta utilizada para fazer os entalhes nas travessas de madeira da via. Esta acção é também designada por "sabotagem".
EOT telecomunicações
Abreviatura da terminologia inglesa "end of transmission" e que quer dizer fim de transmissão.
EP exploração
Abreviatura de Edifício de Passageiros.
equipamento de comunicação de dados 
Unidade funcional de uma estação de dados que estabelece, mantém e termina uma ligação. Assegura as funções necessárias à codificação, descodificação e/ou conversão de sinais entre o terminal e a linha de transmissão.
equipamento de controlo telecomunicações
Equipamento necessário ao controle de um aparelho ou conjunto de aparelhos. 50(821) IEC
equipamento de conversão de sinais telecomunicações
Equipamento terminal do circuito de dados que assegura uma adaptação simples dos sinais (sem modulação).
equipamento de correntes portadoras telecomunicações
Equipamento utilizado nos sistemas de transmissão por correntes portadoras.
Equipamento de inspecção da via via
Dispositivo destinado à detecção de anomalias na via férrea.
Equipamento de suspensão catenária
Equipamento fixado a um ou a dois apoios de catenária e destinado a suportar uma ou mais catenárias.
Equipamento de tracção 
Comboio magnético:
Equipamento de tracção 
Comboio magnético:
Equipamento de via material circulante; comboio magnético
No caso de comboio magnético, torna-se necessário instalar na via os elementos destinados ao guiamento e frenagem automática (carris de guiamento), à sustentação e propulsão (estatores de sustentação com bobinagem trifásica ou carris de sustentação e carris para motor linear), ao comando da propulsão (por exemplo enrolamento de determinação indutiva da posição dos polos) e à transmissão de informações (por exemplo guia de ondas de ranhura longitudinal ou antenas).
Equipamento de via 
(a) Equipamento de via compreendendo carris, travessas, aparelhos de mudança de via, equipamentos de sinalização e outros.
equipamento informático informática
Unidade física ou grupo de unidades físicas usadas para processamento de informação.
equipamento terminal telecomunicações
Equipamento instalado na extremidade de uma linha, num sistema de transmissão.
Equipamento terminal de dados 
Equipamento que pode ser utilizado como emissor de dados, receptor de dados ou ambos.
Equipotencial electricidade
Ligação transversal de carril a carril.
Equivalente de referência telecomunicações
O equivalente de referência define a diferença de volume entre um circuito telefónico ou parte deste e um circuito de referência definido pelo CCITT. Faz-se uma distinção entre o equivalente de referência na recepção e o equivalente de referência na emissão.
Equivalente de um circuito 
Termo convencional adoptado para representar o enfraquecimento compósito, o enfraquecimento de transdução e o enfraquecimento de inserção de um circuito, no caso particular em que as impedâncias entre as quais está inserido esse circuito são ambas iguais a uma resistência pura de 600 ohms. (Neste caso particular, os três enfraquecimentos coincidem.)
Erosão geotecnia
Fenómeno que resulta da actividade dos agentes da dinâmica externa: ar, vento, água e seres vivos e que provoca desgaste nas superfícies que com eles estão em contacto.
Erosão do aterro geotecnia
Desgaste dos taludes de um aterro, resultante na maior parte dos casos da acção das águas que lhe provocam sulcos ou ravinamentos, por vezes profundos, instabilizadores desse mesmo aterro.
Erosão do talude geotecnia
Desgaste resultante, na maior parte dos casos, da acção das águas que provocam sulcos ou ravinamentos nos taludes, instabilizando-os.
ERRAC exploração
Abreviatura de European Rail Research Advisory Council, programa estratégico de investigação ferroviária que compreende operadores, responsáveis pelas infraestruturas e fornecedores e que tem em vista contribuir num futuro próximo para a mobilidade e crescimento económico da Europa, sem afectar o equilíbrio ambiental.
ERRI exploração
Abreviatura do European Railway Research Institut, Instituto Europeu de Investigação Ferroviária. Esta designação substituiu, a partir de 1992, a anterior : ORE-Office de Recherches et d'Essais, criada no seio da UIC em 1950, igualmente com sede em Utrecht. O ERRI viu extinta a sua actividade em 30.06.2004.
ERTMS sinalização material circulante
Abreviatura de European Rail Traffic Management System, novo sistema europeu de gestão da sinalização que permitirá a interoperabilidade e a melhoria de capacidade da rede ferroviária europeia, com maior segurança e a mais baixos custos. Distingue-se dos sistema convencionais pelo facto de dispensar os sinais verticais colocados ao longo da linha: o sistema "lê" o estado da via e a localização dos comboios e transmite para o painel de bordo das locomotivas todas as informações necessárias ao maquinista, como sejam se pode prosseguir a marcha ou não, a que velocidade máxima e até que ponto do percurso.
Escala via
Inclinação transversal da via em curva, a fim de reduzir a influência da força centrífuga. (a) No sistema roda/carril, a diferença de nível entre as mesas de rolamento dos dois carris (em curva, o carril exterior é sobreelevado em relação ao interior). (b) No caso do comboio de sustentação magnética TRANSRAPID, a rotação da viga de suporte e guiamento em torno do seu eixo longitudinal origina a escala da via. A inclinação transversal daí resultante é expressa em graus e pode atingir 12 graus.
Escala da curva via
Diferença de altura entre o carril da fila interior (fila baixa) e o da fila exterior (fila alta).
Escala de serviço recursos humanos
Rotação de serviço estabelecida para o serviço dos diferentes agentes.
Escala de serviços recursos humanos
Rotação de serviço estabelecida para o serviço dos diferentes agentes.
Escala hierárquica recursos humanos
Conjunto dos graus de responsabilidade de uma organização.
Escala negativa via
Escala negativa no carril exterior de uma curva.
Escamação via
Defeito concoidal do bordo de rolamento da cabeça do carril exterior das curvas. Este defeito pode aparecer nesta zona de contacto roda/carril, em que as tensões são muito elevadas e podem provocar no interior da cabeça do carril, a uma profundidade de cerca de 4 a 6 mm, uma fissuração escamosa que, sob o efeito das cargas rolantes, se estende progressivamente do interior até ao bordo de rolamento.
Escamação material circulante
Desgaste da superfície de fricção do cepo de freio sob a forma de escamas.
escápula de via via
Utensílio usado antigamente para fixar os carris às travessas.
Escatel via
Abertura longitudinal na extremidade de uma cavilha, por forma a permitir a introdução da chaveta o que garantirá a manutenção do seu posicionamento.
Escavação geotecnia
Corte de terreno de que resulta um abaixamento da sua superfície.
Escavação geotecnia
Corte de terreno de que resulta um abaixamento da sua superfície.
Escavação de um túnel estruturas; túneis
Abertura de uma geocavidade.
Escoamento de águas construção civil
Drenagem das águas dos terrenos, obtido por meio de tubos, valas, fossos ou outros dispositivos adequados.
escolha modal exploração
Escolha de um determinado modo de transporte em função da oferta e das necessidades.
escombros geral
Ruínas.
Escora estruturas
Peça linear, de eixo rectilíneo, sujeita principalmente a esforços de compressão.
Escora construção civil
Peça que ampara ou sustém outra.
escora da parede lateral estruturas
Caixa de fogo.
Escória metalurgia
Resíduos ou partículas que se separam dos metais durante a fusão.
Escoriação via; material circulante
Processo durante o qual partículas metálicas e pequenas lâminas se podem soltar da mesa de rolamento entre pequenas fissuras.
Escorregamento via
Diferença de velocidade relativa (a) entre a velocidade periférica da roda e a velocidade de circulação, no caso de veículos dependentes da aderência, (b) entre a rotação do rotor e a do campo girante, sobretudo no caso de máquinas assíncronas, (c) entre a roda polar e o campo do estator (bobinagem trifásica) dos motores rotativos autossíncronos na fase de arranque, (d) entre o campo deslizante de um motor linear síncrono de estator longo e a velocidade do veículo, quer dizer, entre a distribuição da densidade lineica de corrente do motor e a distribuição da indução do sistema de excitação (motor linear de estator longo).
Escorregamento material circulante
Também designado por "patinagem", é um fenómeno que ocorre quando a roda de um veículo bloqueia, deslizando ou escorregando sem rodar.
Escorregamento de carril via
Também designado por "corrimento", é o deslocamento longitudinal de um carril sem lhe alterar transversalmente a posição.
Escorregamento de terras geotecnia
Desmoronamento de solos por perda de coesão interna.
Escova auxiliar catenária
Escova leve, com suspensão particularmente flexível, que tem por fim manter um contacto com o fio mais prolongado do que as escovas principais.
Escova de contacto catenária
Elemento de um sistema de captação de energia eléctrica ou de sinais. As escovas ou patins de contacto são habitualmente constituídos de electrografite e actuam sobre superfícies de contacto rotativas ou lineares, em cobre, alumínio, latão ou liga de aço. A transmissão de potência através de escovas ou patins de contacto (dispositivo de captação de corrente) é possível até ao domínio do Megawatt.
Escova de contacto sinalização
Também designado por "crocodilo", é um dispositivo metálico utilizado na via, longitudinalmente entre os carris, com um formato de lâminas onduladas e com as extremidades inclinadas, formando rampas, a fim de permitir uma subida progressiva das escovas dos veículos de tracção. Este dispositivo, que é um repetidor de sinais, tem a finalidade de desencadear na cabina de condução indicações sonoras: breve se o sinal a jusante estiver aberto e prolongada se estiver fechado.
escrava telecomunicações
Sinónimo de estação endereçada: estação de dados convidada por uma estação principal a receber dados.
Esfoliação material circulante
Defeito periférico na roda, na zona de contacto com o carril, que apresenta falhas de material destacado em lâminas, por fadiga do material da roda sujeito aos esforços de frenagem ou a cargas elevadas.
esforço aerodinâmico catenária
Soma do esforço de contacto estático e do esforço vertical provocado pelo deslocamento do pantógrafo durante a marcha. O esforço de contacto aerodinâmico é medido como força vertical na paleta (ou berço), afastando-a(o) alguns centímetros do fio de contacto através de um aparelho de medida adequado.
esforço de apoio na posição baixada material circulante
Esforço que faz com que o pantógrafo se mantenha na posição baixada. Medido na paleta (ou berço) como o esforço necessário para levantar o pantógrafo do apoio.
Esforço de ataque da roda material circulante
Esforço de guiamento exercido sobre a roda pela cabeça do carril, quando o verdugo do rodado "ataca" a face interior do carril.
esforço de descida pantógrafo
Esforço que faz baixar o pantógrafo quando o mecanismo de comando é desligado. É medido com um dinamómetro aplicado à paleta (ou berço).
esforço de frenagem do freio electromagnético material circulante
Produto da força de aplicação magnética pelo coeficiente de fricção patim-carril.
esforço de guiamento material circulante
Força de guiamento exercida pelo carril sobre a roda quando o verdugo ataca a face interior do carril.
esforço de guiamento da roda material circulante
Força de guiamento exercida pelo carril sobre a roda quando o verdugo ataca a face interior do carril.
Esforço de ripagem via
Esforço de deslocamento transversal da via, efectuada por exemplo para corrigir o alinhamento.
Esforço de tracção estruturas
Esforço normal numa secção, que produz tensões de tracção.
esforço dinâmico catenária
Esforço que se verifica num dado momento do percurso. É a soma do esforço estático, da influência da velocidade do ar e dos esforços dinâmicos.
esforço estático catenária
Esforço de contacto de um pantógrafo para um veículo parado.
esforço nos cepos material circulante
Esforço efectivo dos cepos sobre as rodas, medido em estacionamento.
Esforço numa secção estruturas
Conjunto de forças estaticamente equivalente à acção de uma parte de um corpo sobre a outra, através da secção que as separa.
esforço resistente material circulante
Soma da resistência aerodinâmica, da resistência devida às pendentes e da força de inércia durante a aceleração, às quais se junta: nos sistemas roda/carril, a resistência devida aos atritos nas chumaceiras (ou rolamentos) e a resistência de contacto, principalmente em curva; nos sistemas de tracção magnética, o arrastamento magnético de sustentação e guiamento, e eventualmente a resistência dos geradores lineares. A altas velocidades, a resistência aerodinâmica é, de longe, a predominante nas duas técnicas de tracção.
esforço retardador do freio electromagnético material circulante
Produto da força de aplicação magnética pelo coeficiente de fricção patim-carril.
Esforços alternados estruturas
Esforços, de compressão e de tracção, a que ficam alternadamente sujeitas certas peças de uma ponte, consoante a posição que o comboio sobre ela ocupa.
Esmeriladora de carris via
Máquina que realiza a esmerilagem preventiva e correctiva (desgaste ondulatório) com remoção de metal através de blocos abrasivos, arrefecimento e lavagem dos carris.
Esmerilagem dos carris via
Acção que pode ser preventiva e correctiva (desgaste ondulatório) e que consiste na remoção de metal através de blocos abrasivos, arrefecimento e lavagem dos carris.
Espaçamento exploração
Cantonamento.
Espaçamento das travessas via
Também designado por distância entre travessas, é a distância medida entre os eixos das travessas. É usual uma distância de cerca de 60 cm, na via larga, o que prefaz uma quantidade de 1 667 travessas por quilómetro.
espaçamento de comboios exploração
Conjunto de disposições e prescrições destinadas a manter a distância necessária entre vários comboios que circulam na mesma via. No caso de cantonamento, a linha é dividida em cantões, em cada um dos quais não se pode encontrar, em normalidade, mais de um comboio. O espaçamento mínimo possível corresponde à distância de frenagem entre dois comboios consecutivos, em função da capacidade de frenagem, do tempo de reacção, do comprimento das secções de localização e dos comboios, assim como, eventualmente, do comprimento das secções de alimentação (protecção anticolisão)
Espaçamento de travessas via
Também designado por distância entre travessas, é a distância medida entre os eixos das travessas. É usual uma distância de cerca de 60 cm, na via larga, o que prefaz uma quantidade de 1 667 travessas por quilómetro.
Espaçamento dos comboios exploração
Conjunto de disposições e prescrições destinadas a manter a distância necessária entre vários comboios que circulam na mesma via. No caso de cantonamento, a linha é dividida em cantões, em cada um dos quais não se pode encontrar, em normalidade, mais de um comboio. O espaçamento mínimo possível corresponde à distância de frenagem entre dois comboios consecutivos, em função da capacidade de frenagem, do tempo de reacção, do comprimento das secções de localização e dos comboios, assim como, eventualmente, do comprimento das secções de alimentação (protecção anticolisão).
espaçamento dos comboios por tempo exploração
Intervalo de tempo mínimo entre comboios consecutivos permitidos pelo sistema de sinalização.
espaçamento entre comboios exploração
Conjunto de disposições e prescrições destinadas a manter a distância necessária entre vários comboios que circulam na mesma via. No caso de cantonamento, a linha é dividida em cantões, em cada um dos quais não se pode encontrar, em normalidade, mais de um comboio. O espaçamento mínimo possível corresponde à distância de frenagem entre dois comboios consecutivos, em função da capacidade de frenagem, do tempo de reacção, do comprimento das secções de localização e dos comboios, assim como, eventualmente, do comprimento das secções de alimentação (protecção anticolisão)
Espaçamento entre sinais sinalização
Distância entre dois sinais consecutivos, determinada pelas características da linha-férrea e do seu tráfego. 50(821) IEC
Espaçamento entre travessas via
Também designado por distância entre travessas, é a distância medida entre os eixos das travessas. É usual uma distância de cerca de 60 cm, na via larga, o que prefaz uma quantidade de 1 667 travessas por quilómetro.
Espaçamento entre travessas via
Também designado por distância entre travessas, é a distância medida entre os eixos das travessas. É usual uma distância de cerca de 60 cm, na via larga, o que perfaz uma quantidade de 1 667 travessas por quilómetro.
Espaçamento mínimo entre comboios exploração
Intervalo de tempo mínimo admissível ou tecnicamente possível entre 2 comboios sucessivos, que é função do comprimento dos cantões e da velocidade dos comboios (intervalo entre comboios).
Espaço morto exploração
Espaço não utilizável.
Espaço útil exploração
Espaço utilizável.
Espalda via
Espaço existente nas mesas de sabotagem das travessas de madeira para assegurar uma boa fixação do carril e permitir uma mais fácil utilização das máquinas ferramentas, com uma largura de 80mm, para o interior e exterior das extremidades da patilha do carril. O recorte das espaldas pode ser executado manualmente com a enxó de via, cortando a madeira de través e com a mesma inclinação da base da patilha do carril.
Especificação técnica geral
Documento normativo, composto de regulamentação técnica cuja aplicação tem um carácter obrigatório para o cumprimento de uma determinada actividade.
Espia construção civil
Cabo com que se puxa qualquer coisa.
esquadria material circulante
Chassi de veículo.
Esquadro via
Dispositivo, também conhecido por "agrafe", através do qual -numa agulha elástica- é mantido o encosto da ponta da lança à contra-lança, não permitindo a sua abertura sem o movimento do aparelho de manobra. Diz-se que a agulha fica aferrolhada.
Esquadro estruturas; via
Cantoneira metálica de dimensões adequadas a diferentes funções. Geralmente, as abas formam ângulo recto e têm a mesma largura, podendo no entanto formar ângulos diferentes ou serem desiguais.
Esquadro de ligação estruturas
Esquadro de cantoneira que, por rebitagem, aparafusamento ou soldadura, garante a união entre dois ou mais elementos estruturais.
Esquadro de reforço estruturas
Esquadro de cantoneira que, por rebitagem, aparafusamento ou soldadura, robustece um determinado elemento de uma estrutura ou uma sua ligação.
Esquadro de via via
Utensílio que serve para verificar os desquadramentos das juntas dos carris.
Esquadros de fixação estruturas; pontes
Dispositivos metálicos que permitem manter as travessas bem fixas às longarinas dos tabuleiros das pontes metálicas ferroviárias em que a fixação da via é directa.
Esquema de cargas estruturas; pontes
Também designado por Diagrama de Cargas, é a representação esquemática do conjunto de cargas (seus valores e distâncias entre si) consideradas no cálculo estrutural de pontes ferroviárias.
Estabelecimento telecomunicações
Procedimento de chamada através de uma rede comutada (telefónica, de dados, de pacotes) para estabelecer uma ligação de dados entre dois DTEs.
Estabelecimento comercial geral
Conjunto de bens e serviços organizados por um comerciante em nome individual ou por uma sociedade, com vista ao exercício da exploração de uma certa actividade comercial ou industrial.
Estabelecimento de itinerário exploração; sinalização
Encravamento dos aparelhos de via e efectivação das incompatibilidades requeridas para um itinerário, com vista à movimentação duma determinada composição, levando, em sequência, à abertura de sinal em aspecto correspondente.
Estabelecimento de itinerário exploração; sinalização
Encravamento dos aparelhos de via e efectivação das incompatibilidades requeridas para um itinerário, com vista à movimentação duma determinada composição, levando, em sequência, à abertura de sinal em aspecto correspondente.
Estabelecimento de uma concessão geral
É o estabelecimento que compreende a universalidade dos bens e direitos afectos à concessão.
Estabelecimento de via única exploração
Consiste na manutenção, para circulação dos comboios, de uma das vias de um troço de via dupla, quando ocorrer, por qualquer circunstância prevista ou imprevista, a intercepção da outra via. RGS III
Estabilidade de marcha material circulante
Comportamento dinâmico dos veículos guiados em que as forças actuantes exteriores e as condições geométricas nos pontos de contacto entre o aro (rasto) da roda e a cabeça do carril são determinantes. Os esforços transversais aplicados sobre a via não devem ultrapassar o limite de Prud'homme e os verdugos das rodas não devem tocar as faces interiores dos carris (dinâmica ferroviária).
estabilidade de um gerador de portadoras telecomunicações
Desvio específico da frequência de um gerador de correntes portadoras.
Estabilidade de uma construção construção civil
Qualidade que toda a construção ferroviária deve possuir para cumprir, com segurança, a sua operacionalidade durante o período de tempo previsto para a sua duração.
Estabilidade transversal estruturas
Estabilidade de uma peça linear no plano normal ao seu eixo.
Estabilização geral
Tratamento dado a um corpo, homogéneo ou não, com o fim de melhorar as suas características de resistência.
Estaca geral
Pequeno marco de madeira ou de outro material, que serve para asinalar, temporariamente, um ponto do terreno.
Estaca de limite de resguardo via
Bloco de betão que é colocado perpendicularmente aos carris e geralmente na entre-vias para indicar o limite inultrapassável por qualquer composição (por exemplo, porque a seguir há uma redução no gabarito).
Estaca de piquetagem via
Elemento de referência para a ripagem de uma via férrea.
Estaca de piquetagem de curva via
Elemento de referência para a ripagem de uma curva.
estação exploração
Numa perspectiva meramente comercial, é um local de paragem das circulações ferroviárias.
estação exploração
Conjunto de instalações fixas que possui pelo menos duas agulhas inseridas nas linhas gerais e dispõe de equipamentos de segurança que permitem ao agente responsável pela segurança de circulação a interferência no cantonamento dos comboios e onde se podem realizar operações relativas à recepção, formação e expedição de comboios. É limitada pelos sinais principais de entrada, se os tiver, ou pelas agulhas de entrada e de saída.
Estação a estação (de-) geral
Forma de caracterizar o troço de via-férrea, compreendendo todas as infra-estruturas e equipamentos existentes entre duas estações consecutivas.
Estação a nível inferior construção civil; via
Estação cujas vias estão implantadas a um nível inferior ao do terreno, a fim de não interferir com outras vias de comunicação, ou por outras razões, tais como o facto de a(s) linha(s) geral(is) já estar(em) implantada(s) a esse nível antes da construção da estação.
Estação a nível superior construção civil; via
Estação cujas vias estão implantadas a um nível superior ao do terreno, a fim de não interferir com outras vias de comunicação, ou por outras razões, tais como o facto de a(s) linha(s) geral(is) já estar(em) implantada(s) a esse nível antes da construção da estação.
Estação aduaneira exploração
Estação com instalações aduaneiras.
Estação central exploração
Estação situada (ou implantada) na zona central de uma cidade, onde o acesso é fácil. Contudo, em muitos casos, condicionalismos locais podem reflectir-se negativamente na velocidade de entrada e/ou saída da estação, afectando assim o débito da(s) linha(s) geral(is).
Estação central exploração
Estação situada (ou implantada) na zona central de uma cidade, onde o acesso é fácil. Contudo, em muitos casos, condicionalismos locais podem reflectir-se negativamente na velocidade de entrada e/ou saída da estação, afectando assim o débito da(s) linha(s) geral(is).
Estação centro de dados exploração
Estação com gestão centralizada do tráfego de mercadorias.
Estação de comando exploração
Estação de transmissão de dados que designa a estação principal e dirige operações tais como o convite a emitir ou a receber e o procedimento de recuperação.
estação de concentração do detalhe exploração
Abreviadamente designada por EC.
Estação de correspondência exploração
Estação de intercâmbio.
Estação de correspondência exploração
Estação de intercâmbio.
estação de dados 
Conjunto constituído por um terminal de dados, um equipamento terminal do circuito de dados e eventualmente outros dispositivos intermédios.
Estação de deformação de um comboio exploração
Estação onde é permitida a separação de algum(ns) veículo(s) de um conjunto formado -comboio-.
estação de distribuição exploração
Estação de repartição de vagões vazios.
Estação de enlace exploração
Estação que permite o enlace de dois comboios de passageiros.
estação de forragem exploração
Estação de abastecimento de forragem aos animais.
Estação de Ligação exploração
Num Regime de Exploração Simplificada, é designada por estação de ligação aquela onde se estabelece a ligação da linha ou troço de linha submetida a esse regime com outra linha ou troço de linha não submetida ao mesmo regime. R.G.S. III-Anexo 5
estação de transporte 
A estação de transporte assegura o transporte da informação através de um protocolo de transporte de extremo a extremo.
estação de triagem exploração
Estação de escolha de composição ou de distribuição de material circulante. A triagem tipo deve ser composta por quatro feixes de linhas: de recepção, de decomposição, de formação e de partida. Entre o feixe de recepção e o de decomposição está o cavalo para onde a unidade motora empurra os vagões, lentamente, até serem soltos e deslizarem por gravidade, sendo depois encaminhados para a respectiva via de formação, por manobra de agulhas.
estação de triagem por gravidade exploração; via
Estação de triagem em que os vagões, após serem empurrados lentamente para o cavalo, são soltos e encaminhados por gravidade para a respectiva via de formação, através de manobra de agulhas.
estação endereçada exploração
Estação de dados convidada por uma estação principal a receber dados.
estação mista exploração
Estação que serve passageiros e mercadorias.
Estação periférica exploração
Estação situada (ou implantada) na periferia ou fora de uma cidade, por forma a permitir um melhor traçado da(s) linha(s) geral(is) que a serve(m), embora tal situação obrigue a uma ligação extra ao centro da cidade.
estação primária telecomunicações
Estação de dados responsável pelo controlo da ligação de dados, de acordo com os procedimentos de ligação.
estação principal telecomunicações
Estação de dados que aceitou assegurar uma transferência de dados para uma ou mais estações subordinadas.
estação principal de mercadorias exploração
Estação para expedir ou receber diariamente comboios contendo vagões isolados.
estação satélite telecomunicações
Toda e qualquer estação de dados à excepção da estação principal.
estação secundária telecomunicações
Estação de dados que responde a comandos em conformidade com o procedimento de ligação.
Estação temporária exploração
Estação ou apeadeiro-cantão dotado de equipamentos de segurança que dispensam a intervenção do agente responsável pela segurança da circulação durante determinados períodos de tempo. Pode ser guarnecida ou desguarnecida consoante tem interferência ou não na circulação dos comboios.
estação terminal telecomunicações
Local onde estão instalados os equipamentos terminais de uma linha de telecomunicações.
estação-ferry exploração
Estação de transbordo marítimo-ferroviário.
Estação-Sede exploração
Num Regime de Exploração Simplificada, tem a designação de Estação-Sede a estação em que estiver instalado o Chefe de linha. R.G.S. III - Anexo 5
Estação-testa exploração
Estação fronteira entre troços com sistemas de cantonamento diferentes ou entre troços de via única e via dupla.
estacionamento operador; material circulante
Imobilização de um vagão ou de outra qualquer viatura, após ter terminado o prazo para carga ou descarga.
Estádio de desenvolvimento exploração
Grau de desenvolvimento de um sistema técnico. Cada novo estádio de desenvolvimento de uma instalação de ensaio ou de um sistema de transporte guiado aumenta as suas possibilidades de exploração.
Estado A ou Z telecomunicações
Num sistema assíncrono, o estado A corresponde a uma condição de arranque e o estado Z a uma condição de paragem.
Estado de repouso 
Estado de um circuito de uma comunicação estabelecida em que não são transmitidos sinais de informação nem de sinalização.
Estado de segurança exploração
Situação em que não é previsível a ocorrência de qualquer incidente ou acidente.
Estado significativo 
Cada um dos estados eléctricos, mecânicos ou de outra característica física que se podem verificar na representação digital.
Estaleiro construção civil
Local onde se efectua trabalhos de construção de obras do domínio da engenharia civil e onde, durante a construção, se desenvolve actividades de apoio directo aos mesmos. Decreto-Lei nº273/2003 de 29 de Outubro.
estaleiro de creosotagem via
Local onde são realizadas as operações de creosotagem de travessas de madeira, bem como outras actividades de apoio directo.
Estaleiro de obras construção civil
Local onde se efectua trabalhos de construção de obras do domínio da engenharia civil e onde, durante a construção, se desenvolve actividades de apoio directo aos mesmos. Decreto-Lei nº273/2003 de 29 de Outubro.
Estaleiro de renovação da via via
Conceito de estaleiro móvel dedicado à renovação manual clássica da via férrea quando esta, após alguns anos de utilização, apresentava desgaste generalizado. Este tipo de estaleiro que realizava cerca de 100m de renovação por dia, manteve-se em Portugal até finais dos anos sessenta do séc. XX, integrando cerca de 220 agentes distribuídos por duas equipas: uma que se ocupava só dos carris e outra da renovação propriamente dita.
Estaleiro de trabalhos geral
Local onde se realiza uma obra e onde, durante os trabalhos, são desenvolvidas actividades de apoio directo aos mesmos.
estator material circulante
Parte constituinte de um motor de indução, no monofásico possui dois rolamentos e no trifásico três.
estator de sustentação material circulante
Concepção de motor linear síncrono (motor de estator longo com carcaça magnética) em que o estator não serve unicamente para a produção de forças de propulsão, mas assegura também as forças de sustentação como forças de reacção. Os magnetos de excitação são utilizados simultaneamente como magnetos de sustentação, desempenhando assim uma dupla função.
estrada de serviço via
Caminho para veículos desenvolvendo-se ao longo da via, destinado a assegurar o acesso a esta para efeito da sua inspecção e conservação, bem como da evacuação de emergência de passageiros.
estrada rolante 
Transporte de veículos rodoviários completos em vagões de plataforma rebaixada com superfície de carga contínua.
estrangulamento exploração
Secção de linha em que a capacidade necessária é superior às possibilidades do momento se se quiserem satisfazer certas exigências de qualidade de transporte, tais como cumprir horários e não fazer desvios.
estrangulamento exploração
Secção de linha em que a capacidade necessária é superior às possibilidades do momento se se quiserem satisfazer certas exigências de qualidade de transporte, tais como cumprir horários e não fazer desvios.
estria via; material circulante
Desgaste de metal longitudinal pouco profundo do material da mesa de rolamento, com uma largura máxima de 3mm, provocado por falta de homogeneidade do material dos cepos de freio ou pela utilização de cepos de material inadequado.
Estribo estruturas; pontes
Parte de um encontro ou pilar de ponte a que se transmitem as cargas da estrutura, em geral por intermédio de aparelhos de apoio.
Estricção estruturas
Deformação de uma peça sujeita à tracção, uma vez ultrapassado o limite de cedência e até atingir a rotura.
Estronca via
Chapa de ferro que estabelece a ligação entre travessas - geralmente quatro - e que , em complemento dos fixadores, evitam o desquadramento das travessas por deslocamento lon-gitudinal dos carris.
Estrutura estruturas
Corpo ou conjunto de corpos adequado a resistir a solicitações.
Estrutura articulada estruturas
Estrutura reticulada cujas barras estão ligadas entre si e com o exterior por articulações.
Estrutura compósita estruturas
Estrutura mista.
estrutura da caixa material circulante
Esqueleto da caixa, que suporta os esforços e permite uma construção aligeirada.
Estrutura da paleta material circulante; catenária
Estrutura ou tubo que liga as duas articulações superiores e onde estão montados todos os outros elementos da paleta (ou berço) do pantógrafo.
Estrutura da via via
Uma via-férrea compõe-se de uma infra-estrutura: plataforma e fundação, que se situa abaixo da super-estrutura: carris, travessas, sistema de fixação e balastro ou betão.
estrutura de mensagem telecomunicações
Modo como são dispostos os dados numa mensagem.
estrutura de preensão geral
Estrutura destinada a prender, a segurar.
Estrutura inferior material circulante; catenária
Parte inferior do pantógrafo entre o veio de base e a articulação em cotovelo. É constituída por dois braços com diagonal ou um braço principal com haste impulsora.
Estrutura mista estruturas
Estrutura reticulada em que existem nós de articulação e nós de estrutura contínua.
Estrutura resistente estruturas
Estrutura destinada a suportar cargas, como no caso de pontes, viadutos, edifícios.
Estrutura resistente de betão estruturas
Estrutura construída em betão armado ou pré-esforçado, destinada a suportar cargas, como no caso de pontes, viadutos, edifícios.
Estrutura reticulada estruturas
Estrutura constituída por peças lineares.
Estudo de impacto ambiente
Identificação e análise, qualitativa ou quantitativa, dos efeitos directos e indirectos resultantes da construção e da exploração de um sistema de transporte.
Estudo de impacto ambiental ambiente
Estudo analítico para a identificação, descrição e avaliação dos efeitos directos e indirectos, positivos e/ou negativos, da realização de um projecto, por exemplo a construção e exploração de um sistema de transporte, sobre o ambiente. Após a identificação dos factores de influência relevantes, o estudo reúne numa nota de síntese os pontos de vista pluridisciplinares quanto aos possíveis efeitos induzidos.
Estudo de implantação exploração
Estudo de planeamento de transportes destinado a avaliar as possibilidades de introdução de um sistema de transporte num determinado corredor, com um objectivo definido.
Estudo de implantação via; sinalização
Estudo de planeamento de transportes destinado a avaliar as possibilidades de introdução de um sistema de transporte num determinado corredor, com um objectivo definido.
Estudo de traçado via
Procedimento destinado a seleccionar a directriz de uma infra-estrutura de transporte previamente planeada. O estudo compreende a selecção de uma faixa de terreno, a recolha optimizada das características técnicas de base, o estudo de soluções alternativas, um método de avaliação para seleccionar a directriz mais apropriada e a definição da rigorosa implantação dessa directriz no terreno.
Estudo de viabilidade exploração
Estudo de planeamento de transportes destinado a avaliar as possibilidades de introdução de um sistema de transporte num determinado corredor, com um objectivo definido.
ETB telecomunicações
Sigla inglesa que significa "fim de bloco de transmissão". Este caractére de comando é utilizado para indicar o fim de um bloco de dados sempre que estes estão divididos em blocos com vista à sua transmissão.
ETD 
Sigla que significa "equipamento terminal de dados". Este equipamento pode ser utilizado como emissor de dados, receptor de dados ou ambos.
Etiqueta de avaria material circulante
Documento que acompanha o material para reparação. (RIV,RGS,VI)
ETM via
Abreviatura de Elementos Técnicos de Manutenção: conjunto dos equipamentos e instalações integrantes da infraestrutura ferroviária, sujeitos a acções de manutenção e que são caracterizados por determinados atributos.
ETSI telecomunicações
Sigla de Instituto Europeu de Telecomunicações para a Normalização.
ETX telecomunicações
Sigla inglesa que significa "fim de texto". É um caractére de comando de transmissão utilizado para terminar um texto.
EURAIL exploração
Organismo europeu que negocia reduções tarifárias.
EuroCity exploração
Abreviadamente designado por EC, é um termo genérico utilizado para referenciar um comboio de qualidade.
EUROFIMA material circulante
Sociedade Europeia para o Financiamento de Material Ferroviário.
Exaustão de fumos por chaminé única estruturas; túneis
Sistema de evacuação de fumos localizado em túneis por forma a que, numa situação de emergência, aqueles sejam conduzidos para uma chaminé existente, evitando que atinjam os locais de protecção onde os passageiros aguardam socorro.
Exaustão de fumos por chaminés independentes estruturas; túneis
Sistema de evacuação de fumos localizado em túneis por forma a que, numa situação de emergência, aqueles sejam conduzidos para chaminés independentes e não para os locais de protecção onde os passageiros aguardam socorro.
excentricidade material circulante
Falta de concentricidade entre os eixos do círculo de rolamento e do furo de calagem da roda.
Excesso de bitola via
Aumento da bitola da via: pode ser intencional, no caso, por exemplo, de aparelhos de mudança de via ou de curvas em planta, destinando-se a limitar a força que o veículo exerce sobre a via; ou resultar de defeito da via, como seja no caso do desgaste da face interior da cabeça do carril.
Excesso de escala via
Diferença excessiva da altura entre o carril da fila interior (fila baixa) e o da fila exterior (fila alta), numa curva de via férrea.
Excitação estruturas
Solicitação exterior, geralmente variável em função do tempo, de um sistema vibratório (por exemplo passagem de um veículo numa ponte).
Excitação por campo magnético electricidade
Dispositivo ou processo para a criação de um campo de excitação, em particular nas máquinas eléctricas para a produção de forças electromotrizes (princípio do motor) ou de tensões eléctricas (princípio do gerador).
Excursão de frequência 
Em modulação de frequência, o desvio instantâneo de frequência do sinal portador, correspondente a uma determinada modulação.
Expedição de detalhe operador
Remessa que, pela sua natureza, volume e peso apenas utiliza uma parte da capacidade dos meios de transporte ferroviário e rodoviário. Este tipo de remessas está sujeito a uma tarifação especial.
Expedição de um comboio operador
Controlo efectuado pelo pessoal de estação ou do comboio, por processos visuais ou através de monitores, para verificar se o comboio está pronto para partir (por exemplo se o embarque e desembarque de passageiros está terminado, se as portas estão fechadas). Seguidamente, é dado o sinal de partida.
experimentação comercial operador
Exploração experimental de um meio de transporte, com transporte de passageiros.
Exploração exploração
Fornecimento de canais ferroviários (acesso a linhas e estações), gestão da capacidade da rede e comando da circulação.
Exploração em situação de perturbação exploração
Serviço em caso de perturbação. Em certos tipos de perturbação, é possível manter uma instalação em exploração, eventualmente com restrições (por exemplo. manutenção da circulação com restrições em caso de avaria dos sistemas de controlo).
Exploração em situação degradada exploração
Modo de funcionamento ou exploração de um sistema, subsistema ou componente que, tendo em conta certas restrições, permite o seu funcionamento ou exploração mesmo apesar da falha de funções importantes (por exemplo, um comboio pode continuar em marcha reduzida até à próxima estação).
Exsudação do creosoto via
Fase do tratamento das travessas de madeira em que, após a impregnação com creosoto, estas ressumam o produto.
Extensão do desalinhamento catenária
Número de vãos compreendidos entre o desalinhamento mínimo e o desalinhamento máximo do fio de contacto.
Extensómetro estruturas
Dispositivo através do qual é possível medir a extensão numa das direcções principais da deformação de um determinado ponto de um corpo.
Extensómetro estruturas
Equipamento, mecânico ou eléctrico, utilizado para medir extensões em determinadas peças de estruturas sujeitas a cargas.
Extradorso estruturas
Superfície que limita exteriormente um arco ou uma abóbada.
Extremidade de carril via
Parte do carril situada na zona das eclisses.
Extremidade encurvada via
Curvatura na extremidade do carril (por exemplo contracarril ou da pata de lebre).
extremidade polar electricidade
Parte de um polo (electro)magnético que conduz o fluxo magnético do núcleo polar para o entreferro e permite obter a repartição do campo pretendido. Regra geral, a extremidade polar é mais larga do que o núcleo polar.